Este primeiro segmento (vídeo acima) mostra uma visão diferente de Pelotas, vazia de tudo, inesperadamente antiturística, quase apocalíptica. Vemos uma cidade fantasma, com suas ruínas, túmulos, ruas sem gente, somente cães parecem ser o que sobrou da Criação, num dia futuro que talvez já chegou e não nos demos conta. No fundo musical, o Magnificat de Arvo Pärt.
O repórter da façanha inédita
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Numa tarde de janeiro de 1952, o jornalista Cláudio Candiota, então diretor
de A Razão, de Santa Maria, encontrava-se em sua sala quando foi procurado
pe...
1 hora atrás

Interessante trabalho, realmente inspirado. Evidentemente que não é cinema para multidões, mas para quem gosta realmente de cinema-arte. E o que se vê, como dizes, realmente é uma Pelotas desconhecida, zerada, em ruínas... Uma visão poética de um artista (Manoel Magalhães) que em sua literatura marginal já registrou de maneira magnífica este cenário apocalíptico. Pena que as pessoas não deem o devido valor a este talentoso artista de multiplas ferramentas. É um trabalho que promete.
ResponderExcluirFrancisco Santo - cinéfilo, ausente de Pelotas há 25 anos