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3 comentários:

Magali Aranha disse...

gostei muito da tela, que vi pelo face e descobri seu blog. Sou Magali Antunes Maciel Aranha; meu pai, Mozart Antunes Maciel, foi um dos doadores do Museu da Baronesa (onde passei todas as minhas férias, embora morássemos no Rio -
agora, em Curitiba). Minha família toda está chocada com a construção que querem fazer acoplada à Chácara (como sempre chamamos o museu). Também não concordamos com a ida da Secretaria do Meio Ambiente para o "bangalô" (casa perto da rua); lá poderiam aproveitar para um museu de trajes de época (soube que há muitos) e alguns móveis para compor o ambiente e o restante do acervo (que não era da Chácara), remanejado para outro lugar. É um dinheiro mal empregado (antes não tinham verba nem para restaurarem o telhado), interferindo em uma construção do séc.XIX. Se você puder ter acesso ao projeto e o vir, tenho a certeza que vai nos apoiar. Pensamos, especialmente nos doadores (dois ainda vivos, meus primos),meus avós e bisavós. A doação foi feita para ser conservada, não "mutilada".

Francisco Antônio Vidal disse...

Olá Magali, obrigado por escrever ao blog. Suponho que a tela que vc gostou é a do Inverno em Pelotas (pois não comentou naquele post), que hoje teve acessos mais numerosos. Ou talvez fosse na pintura da Rua Osório no século XIX, que teve muitas visitas há duas semanas. A primeira se baseia na realidade atual, com detalhes fantasiosos, e a outra parece ser mais realista.

Sobre a Chácara da Baronesa, a Prefeitura tem recebido algumas críticas na área cultural e para proteger esse prédio caberia organizar-se, aqui mesmo em Pelotas, talvez com uma associação específica ou as que já existem, e impetrar ações legais para conservar o patrimônio.

Os prefeitos tomam decisões às vezes sem ouvir todas as partes e não acolhem críticas pois são os encarregados de administrar o que receberam e ainda aduzem não contar com financiamento. Aí temos o Sete de Abril fechado, além da velha casa do Conservatório, mais praças descuidadas, o antigo Banco do Brasil abandonado, casarões e palácios sucateados etc. A longo prazo, talvez fosse bom fazer parcerias para proteger nosso patrimônio material, que também é fonte de turismo. Creio que declarações não ajudarão, e sim ações conjuntas (por exemplo, com arquitetos, universidades, lojistas, o Instituto Histórico e Geográfico). Meu blog está momentaneamente parado mas pode me escrever ao email sotovidal@yahoo.com.br

Anônimo disse...

A minha CRITICA é que os pelotenses se dizem famosos por possuírem construções históricas, prédios dos tempos da charqueadas, praças antigas e monumentos de fazer um europeu ver e se ajoelhar, agradecendo a Deus, por haver pessoas no mundo tão conservadoras de sua história. ISTO É MENTIRA, pois a pouco tempo sumiram com uma casinha de ferro, tipo vitrine, que existia ali na rua 15 de novembro, mais para o lado quem vai para a Praça Coronel Pedro Osório. É, sumiram com a casinha vitrine e lembro desta maravilhosa relíquia dos meus tempos de estudante ETFPEL, década de 60, ou seja, pelo meu testemunho esta já existia a mais de meio século. Nesta casinha vitrine havia um jornal antigo que dizia que os nossos Bondes elétrico sumiram em Pelotas porque um político ou autoridade incompetente mandou desativar as linhas de bondes, porque estes veículos não dava receita para a nossa cidade. NINGUÉM IMPEDIU ESTA ATROCIDADE. HOJE, os pelotenses gostariam de ter o BONDE ELÉTRICO circulando pela nossa cidade para transportar pessoas para ver nossa belezas patrimoniais do século XIX existentes na cidade do doce e trazer com isto divisas, money para os cofres públicos pelotense. É uma pena, já a 63 anos desativaram as linhas de bondes e ninguém fez nada na época. Será que alguém vai fazer alguma coisa agora para impedir estas barbaridades na nossa cidade, como esta de mudar o rumo do prédio da baronesa. Fiquei sabendo disto hoje. ESTOU DECEPCIONADO!