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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Memórias da Tradição, pinturas de Maria Lúcia


Maria Lúcia Drummond leva a temática campeira a São Lourenço do Sul, precisamente na Semana Farroupilha, quando os gaúchos costumam destacar o patriotismo e os valores regionais. Desta vez, a artista pelotense apresenta a série "Memórias da Tradição", estreada na cidade de Bagé em 2011 (v. postagem) e mostrada também na Sala Frederico Trebbi, da Prefeitura Municipal de Pelotas, em novembro de 2012.

A exposição se encontra na sala de atendimento do Banrisul de São Lourenço (Alfredo Born 420) de 15 a 30 de setembro, no horário bancário local (10-15h).

Nos últimos dez anos, Maria Lúcia já mostrou sua produção em diversas cidades do pampa platino (gaúchas e uruguaias), sempre com temas do cotidiano rural, dentro de casa ou no campo.

Suas pinturas em pastel seco valorizam o lado sensível da vida gaúcha. Na imagem do convite à atual exposição (dir.), vemos o calçado artesanal do cavaleiro, junto às esporas, simbolizando a dureza do trabalho e o sofrimento diário, típicos de uma vida habitualmente fria e violenta.
Fotos: Facebook

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Ágape oferece jantar francês em galeria de arte

Artista e gourmet Jérôme Rehel
Esta sexta (12-09), o Ateliê dos Sonhos, no segundo andar do Ágape Espaço de Arte, será palco de mais uma noite onde os temperos os e aromas substituirão as tintas e os pincéis.

Em 2014 o Jantar com Arte está no seu terceiro ano, seguindo a proposta de convidar um gourmet experiente ou uma pessoa que simplesmente ame cozinhar e que apresente um cardápio diferenciado.

Desfrutar de uma noite, em um ambiente aconchegante, com uma boa gastronomia, sem pressa, degustando novos sabores, além de conhecer pessoas e criar novos vínculos de amizade, são algumas das propostas do Jantar.

A Arte fica por conta da exposição da vez, que os comensais podem desfrutar antes, durante ou depois das delícias culinárias. Em Pelotas, esta combinação é exclusiva do Ágape, e possivelmente também seja pioneira no contexto nacional.

O gourmet convidado nesta edição é o artista francês Jérôme Rehel, que, mesmo vivendo há pouco tempo em Pelotas, é um grande amigo da casa. Jérôme já mostrou seu talento nas telas, e agora vai mostrar seu talento na gastronomia, trazendo a culinária francesa para o Ágape.

O menu culinário inicia com Quiche Lorraine et salade verte, segue com o prato principal Crevettes à L`Armoricaine e conclui com a sobremesa Crêpe Bretonne du Chef. Reservas (R$ 50) pelos telefones 3028 4480 e 8438 4480.

Mosaico de Cátia Usevicius, de Porto Alegre
O cardápio visual é a exposição "V Arte de Arteterapeutas" na Galeria JM Moraes, com trabalhos de Ana Francisquetti, Ange Shigihara, Cátia Usevicius, Cristina Zeni, Daiane Biasibetti, Daniela Meine, Eliane Barreto, Eliane Bruél, Elizabeth Lamb, Magda Cunha, Maria Helena Piccinini, Sylvia Gobatto e Tânia Rossetti (v. álbum de 24 fotos da mostra). Todas elas são artistas e arteterapeutas, de diversas cidades (São Paulo, Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Pelotas).

Quem estiver visitando a mostra na Galeria poderá também jantar com novos/velhos amigos na casa do Ágape. Quem vier pela gastronomia terá a opção de apreciar os trabalhos visuais, combinando assim a riqueza de todos os sentidos.
Fotos: Facebook

POST DATA
13-0-14
Veja fotos desta noite no álbum Jantar com Arte.

sábado, 31 de maio de 2014

Bluesman: aquarelas sobre música negra


"Bluesman" é mostra do rio-grandino Alisson Affonso, aguadas de nanquim e aquarelas inspiradas no universo humano e musical do blues, especialmente do Estado do Mississippi. A exposição será inaugurada na próxima quarta (4-06) no Espaço Arte da Sociedade Sigmund Freud, a partir das 19h30min, e ficará aberta à visitação por um mês, em horário comercial.

A série de trabalhos, identificados por números, fala da alma da cultura negra e transmite a poesia vitalista ligada à música do sul dos Estados Unidos, onde o jazz nasceu há cerca de cem anos. O uso da tinta preta aguada parece sugerir, em implícita metáfora, a umidade do ambiente rural, o movimento inerente à arte dos sons e o relaxamento das sensações geradas pelo canto popular negro. Por outro lado, a precisão de alguns traços não deixa perder o lado racional presente na arte musical.

Alisson Affonso em 2010
Hoje com 35 anos, Alisson Affonso formou-se como Bacharel em Artes Visuais na FURG, é cartunista e ilustrador. Na mesma universidade, ele desenvolve pesquisas junto aos grupos Cupins da Gravura e GEHQ (Grupo de Estudos em História em Quadrinhos) e monitoria nas atividades de Desenho da Figura Humana.

No currículo do jovem artista constam prêmios no Salão de Humor de Paraguaçu Paulista, no Salão Internacional de Desenho para Imprensa, no Animarte RJ, no Animamundi, no Prêmio Ângelo Agostini e no Salão de Humor de Cerquilho (SP). Em 2005, participou na exposição Dessinateurs Brésiliens, em Saint-Jus-le-Martel, na França. Em 2010, Alisson venceu o GAG, concurso nacional de tiras humorísticas, com a série de quadrinhos Mundo Cruel (v. notícia no Jornal Agora e outros desenhos no blogue de Alisson Affonso).

sábado, 24 de maio de 2014

Superfície expõe em Montenegro


Abertura da exposição "A pintura da não autoria: In-controles em poéticas compartilhadas", com o Grupo Superfície na cidade de Montenegro, Região Metropolitana de Porto Alegre (v. Facebook). As seis artistas fazem criação coletiva desde 2010 e já expuseram em várias cidades gaúchas e em Montevidéu (v. neste blogue outras postagens que citam o Grupo Superfície).

domingo, 4 de maio de 2014

Arte e doação: mãe e filha unidas pela criatividade

Zulma e Alessandra Moura são mãe e filha que pintam juntas, cada uma com suas preferências. Além dos laços de sangue e de amor, elas se unem na paixão pela arte e no forte desejo de ajudar. Elas começaram há nove anos no ateliê Dekorart, e há dois continuam aperfeiçoando suas técnicas com a professora Eneida Marti, na casa de Zulma.

Na exposição “Arte e Doação” do Corredor Arte do Hospital Escola UFPel, metade do valor da venda dos 29 quadros expostos será revertido para suprir necessidades da Unidade de Pediatria do HE, único hospital que atende exclusivamente pelo SUS em Pelotas.

Já durante a montagem, no dia 23 de abril, funcionários e visitantes se interessaram pelas obras, pois as técnicas e cores são chamativas e os valores, acessíveis (na foto acima, uma profissional do Hospital Escola). A mostra pode ser visitada até 13 de maio, das 7h às 22h, quando será montada uma nova exposição.
Fonte: Completa Comunicação

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Praia à francesa


Luiz Paiva Carapeto, professor de Medicina Veterinária e fotógrafo artístico, se referiu no Facebook hoje (28-04) a sua despedida da UFPel após 4 anos como aluno e 37 como servidor. Ao mesmo tempo, apresentou algumas imagens em preto-e-branco, ensaiando um novo olhar sobre homens, mulheres e natureza. O desafio dele agora é o uso do preto-e-branco para abordar a temática humana e emocional.

A fotografia acima pode ser vista como um autorretrato do artista, numa técnica visual que lembra Cartier-Bresson (1908-2004), o francês que fotografou o século XX de um modo impressionante, ao mesmo tempo com sentido artístico e jornalístico, geralmente com abundância de detalhes, bom humor e fortes sugestões cinéticas. Aqui, um perfil humano contra a luz, uma composição simples e os três fundos em profundidade nos falam da sensibilidade existencial de Carapeto, um cientista que fala da vida mediante a arte das imagens. A praia é pelotense.
Fonte: Facebook

terça-feira, 8 de abril de 2014

Hélida Lourenson estreia em exposição


Hélida de Oliveira Lourenson apresenta seu trabalho artístico pela primeira vez de forma individual no Corredor Arte do Hospital Escola UFPel até o dia 22 de abril. São 25 quadros que retratam a natureza em paisagens, flores, casas no campo.

Natural de Santana do Livramento, Hélida é costureira que reside em Capão do Leão e há oito anos dedica-se também à pintura sobre telas. Em 2012, expôs como aluna iniciante de Doroti Zanúncio na Galeria de Arte da UCPel; também participou em outras coletivas com sua professora em Pelotas e Capão do Leão.

Esta é a 277ª exposição do Corredor Arte, um espaço criado no corredor principal do HE que propicia um ambiente mais acolhedor e contribui para a qualidade do atendimento prestado pela instituição.

Além do efeito terapêutico, o projeto tem o objetivo de proporcionar a popularização da arte e de divulgar as obras dos artistas pelotenses e da região. A exposição pode ser visitada diariamente, das 7h às 22h, no Hospital Escola (Prof. Araújo, 538).

segunda-feira, 17 de março de 2014

Pontal da Barra, um postal-aquarela


Em Pelotas é fácil ver o sol nascer na lagoa todos os dias, mas vê-lo se pôr na água não é tanto. O Pontal da Barra é um dos poucos pontos onde podemos sentir, valendo-nos do Canal São Gonçalo, que a cidade é como uma ilha rodeada de água ao leste e ao oeste. O Pontal é uma ponta de areia, na barra do Canal, onde se localiza uma pequena colônia de pescadores (v. post Vista aérea da Barra).

Beto Fernandes registrou um desses momentos e logo manipulou a foto com uma técnica digital, fazendo-a parecer uma pintura. Compare com a foto original sem a intervenção (abaixo). Ele tem uma série de outras imagens muito especiais da cidade, que mostrarei no blogue cada vez que possível (v. álbum de fotos no Laranjal).

sábado, 1 de março de 2014

Artistas da AAPECAN misturam emoções


A mostra Mistura de Emoções levou ao Corredor Arte do Hospital da UFPel, em fevereiro passado, alguns dos sentimentos dos participantes da AAPECAN, a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer. Em Pelotas, a entidade tem uma oficina de pintura em tela, conduzida pela professora e artista plástica Olga Halfen.

Durante o tratamento, pacientes com câncer e seus familiares seguiram a oficina de arte e expressaram emoções sentidas no dia-a-dia do enfrentamento da doença e a esperança sobre a vida. Mesmo com traços iniciantes, aprenderam a retratar a compreensão sobre o tratamento e sobre si mesmos. A assistente social da AAPECAN Pelotas, Jussara Hafele, traduz numa frase o sentimento e a expectativa dos beneficiários da instituição que participam da oficina:

– Com um pincel e mistura de tintas, aliados às emoções, se consegue criar verdadeiras obras da arte.

Integrantes da oficina de pintura da AAPECAN Pelotas
Fundada em março de 2005, a AAPECAN é uma ONG gaúcha com 14 unidades e sete casas de apoio. Na região sul do Estado (39 municípios), mais de 2 mil portadores de câncer estão cadastrados. A entidade atende o portador da doença e os familiares, com o objetivo de dar-lhes qualidade de vida durante o tratamento.

Os principais benefícios oferecidos são suplementos alimentares, cestas básicas, medicamentos, fraldas geriátricas, auxílio jurídico e psicológico, hospedagens para pacientes do interior, oficinas terapêuticas. A manutenção do trabalho é realizada por doações espontâneas, por campanhas feitas pela comunidade e pelo telemarketing.
Fonte: Completa Comunicação

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Alunos de Conservação e Restauro concluem curso

Finalizando o segundo semestre de 2013, doze alunos de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis defenderam seus respectivos trabalhos de conclusão de curso, no passado dia 12 de fevereiro. Segundo o relato publicado sexta (22-2) no blogue Conservação e Restauro, a alegria e o entusiasmo dos acadêmicos contagiou o público presente. Acompanhe a seguir a diversidade dos temas estudados pelos futuros conservadores-restauradores.

Graduandos de Conservação e Restauro
defendem TCC de 2013 ( 12-2-14)
No trabalho “Políticas públicas patrimoniais: estudo dos instrumentos legais e estratégias de preservação na cidade de Pelotas”, Cláudia da Silva Nogueira pôs em evidência os instrumentos e as estratégias de preservação, como a legislação patrimonial e as estratégias de manutenção do patrimônio edificado na cidade de Pelotas.

Suélen Neubert trouxe o tema “A fotografia e sua preservação: uma análise sobre as políticas de conservação de acervo de instituições de guarda de memória no Rio Grande do Sul”, onde abordou as políticas de preservação de acervos fotográficos em instituições gaúchas e a influência do conservador-restaurador na aplicação do conhecimento técnico que este adquire ao longo de sua formação.

Em “Estudo dos valores patrimoniais e sua influência nas atividades do conservador-restaurador”, Caroline Peixoto Pires investigou como é considerado o conceito de valor patrimonial pelo profissional da conservação e do restauro e onde esses valores são aplicados durante o desenvolvimento de suas atividades profissionais.

Degli Márcia S. de Quevedo apresentou o tema “Leitura iconológica de obra funerária: monumento 'Oferenda', de Antônio Caringi”, em que evidenciou a interpretação iconológica desta obra funerária do artista pelotense (foto abaixo). A aluna estudou a trajetória de Antônio Caringi (1905-1981), pesquisou sobre o local onde se encontrava a obra e, como conclusão do estudo, relatou o estado de conservação da mesma.

"Oferenda" (Caringi, 1942), Cemitério São Francisco de Paula, Pelotas
No trabalho “Cemitério Pomerano: estudo da história de um povo em uma memória presente”, Bárbara Maria B. Borck apresentou o patrimônio cultural presente no cemitério de São Lourenço do Sul (RS) e a importância da imigração pomerana.

Igor de Freitas Ulguim apresentou "Diagnóstico da obra 'Descanso da Sagrada Família na Fuga para o Egito': levantamentos e exames preliminares à restauração". Neste trabalho, o acadêmico estuda a pintura de cavalete em um estado avançado de deterioração, localizada no acervo sacro do museu da cidade de Rio Grande (RS), e traz à tona a importância da documentação para futuros restauros.

No tema “O 'Retrato de Visconde da Graça': análise e restauro de uma pintura de cavalete”, Joana Andrea Brakling descreveu os procedimentos de restauro em uma pintura de óleo sobre tela que apresenta grande valor histórico e artístico, pois se trata de uma obra do século XIX que retrata o pelotense João Simões Lopes Filho (1817-1893), barão e visconde da Graça.

Limpeza de estuque lustrado (escaiola),
no prédio da antiga Escola de Belas Artes,
em Pelotas, 2010 (v. mais fotos aqui)
Rosaura Isquierdo Rocha apresentou o tema: “Procedimentos e reflexões em torno da conservação de fotografias históricas: a Coleção Clinéa Campos Langlois da Fototeca Memória da UFPel”.

A acadêmica explicou o processo de sistematização da Coleção Clinéa Campos Langlois, abrangendo sua conservação, o tratamento da informação e sua disponibilização, buscando a construção de uma narrativa memorial.

Os outros trabalhos apresentados foram:
  • "A preservação de revestimentos de interiores de edificações históricas: os estuques lustrados da cidade de Santa Vitória do Palmar (RS)", de Marina Perfetto Sanes.
  • “Procedimento de restauro em obra rara – Museu dos Capuchinhos, Rio Grande do Sul", de Bianca Servi Gonçalves.
  • “Proposta de tratamento do mobiliário expositivo da coleção arte sacra do Museu da Cidade do Rio Grande", de Bruna Lemos Lobato.
  • “Água como agente de deterioração: uma análise no Museu da Baronesa”, de Marcelo Hansen Madail.
Fotos: Conservação e Restauro (1, 3), Viva o Charque (2)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A arte da superação

Óleo pintado com a boca por João Filipe da Silva Rodrigues
João Filipe da Silva Rodrigues é o único artista de Pelotas que pinta com a boca. Paralítico desde o nascimento, há 30 anos, ele vem se dedicando a superar as dificuldades de viver, que para ele são grandes, incluindo os problemas para se movimentar e os sentimentos depressivos que aparecem pela inatividade e falta de inclusão. Escolhendo o aprendizado da pintura, ele mostra como é possível vencer essas dificuldades.

Filipe conta que sentiu a necessidade de pintar há quatro anos, em meio a uma forte crise de depressão. Os trabalhos iniciais foram em cartolina, utilizando apenas têmperas. Como os efeitos benéficos da arte sobre as emoções de Filipe foram imediatos, ele e sua mãe resolveram procurar um curso de pintura. Não foi fácil achar alguém que pudesse ensinar a pintar com a boca. As primeiras aulas foram com a professora Eneida Marti, do Atelier Dekorart. Hoje ele frequenta o SEST-SENAT, onde faz quatro aulas por semana com Guiomar Neves.

João Filipe em sua primeira individual no Corredor Arte
O artista, que já participou em exposições coletivas, agora reuniu uma dúzia de óleos, de motivos diversos, entre cerca de 80 obras já produzidas. Ele não conhece mais o que é depressão, pessimismo ou vergonha. Por isso sua exposição se intitula "Arte da Superação".

A mostra pode ser visitada até 11 de março, em qualquer dia da semana, das 7 às 22h, no Hospital Escola da UFPel (Professor Araújo, 538). Veja também reportagem sobre Filipe no Diário Popular e o verbete da Wikipédia sobre a associação internacional Pintores com a boca e os pés.
Fonte: Completa Comunicação

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Flores, vilarejos e meninas no Corredor

As meninas de Alice Bender saíram da geometria para a descontração.

Em dezembro de 2013, Elenise Cassal de Lamare, Graça Antunes e Alice Bender apresentaram seus mais novos trabalhos no Hospital Escola UFFel. As artistas do MAPP – Movimento dos Artistas Plásticos de Pelotas – trouxeram respectivamente “Colorido em flores”, “Vilarejos” e “As meninas de Alice”, mostras produzidas especialmente para esta ocasião no Corredor Arte.

Detalhe de flores de Elenise
Elenise se declara apaixonada por arte desde criança, quando trocou as bonecas por argila, tinta e lápis. Em sua produção, ela costuma variar em temas, materiais, dimensões e técnicas, escolhendo desta vez as flores, expressamente para alegrar o ambiente hospitalar.

Graça Antunes se jogou na emoção de dar vida à produção dos Vilarejos, um conjunto de imagens que falam de pessoas, de seus lares, sua vida em comum e em comunidade, de maneira lúdica, simples e despretensiosa na técnica e conteúdo.

Alice Bender, de uma fase geometrizada, quase cubista, partiu para o gestual, a descontração, o momento, sentimento. Do rígido, para o maleável, de uma forma breve, sem muito pensar. Nessas obras a artista sentiu a necessidade da expressão mais simples e genuína, em busca da própria essência.

Aqui no blogue as três já foram citadas e seguiremos vendo parte de sua produção. Clique para ver os posts que se referem a Graça Antunes, os que citam Elenise de Lamare e os que mencionam Alice Bender. Muitos outros virão.

Sabe-se que no espaço de tratamento médico é comum os pacientes e familiares sentirem emoções como o medo e a ansiedade, e a arte pode ter o papel de amenizá-las. O Projeto Corredor Arte busca humanizar o ambiente hospitalar e popularizar as artes plásticas. O espaço promove uma interação entre a arte e o público, formando novos interessados e multiplicadores.

Detalhe de um gracioso vilarejo de Graça Antunes
Fotos e texto: Corredor Arte

sábado, 4 de janeiro de 2014

Romãs e a fecundidade

Para dar sorte em 2014, o artista plástico Roberto Moura Bonini dedica a todos sua pintura "Romãs". Sombras e reflexos sugerem o realismo da vida, cores e texturas mostram paixão e sensualidade, enquanto a forma do corte e a distribuição das sementes revelam o movimento que desenhou esta natureza morta, momentos antes, neste cenário.

Por conter muitas sementes, a romã era tida, na Antiguidade, como símbolo de fecundidade. Segundo a mitologia grega, a primeira romãzeira foi plantada por Afrodite, deusa do amor e da beleza, e o infernal Hades seduziu Perséfone oferecendo-lhe um dos frutos. Na ilha de Java, a romã está associada a ritos da gravidez, e na China entrega-se aos noivos uma fruta, como desejo de uma descendência numerosa. Em Shakespeare, foi sob uma romãzeira que Romeu se ocultou para cantar uma serenata a Julieta. O Islam a considera uma das árvores do Paraíso e a Bíblia judaica menciona as romãs, as uvas e os figos como os sinais da fertilidade da Terra Prometida (Números 13, 23).
Fotos: Facebook
Texto: Wikipédia
Outro comentário: Cultive Ler

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Dekorart no Corredor

Imagens de uma Pelotas antiga filtradas pelo olhar "pop art" de Cláudio Soares
Até o dia 18 de novembro estão em exposição no Corredor Arte do Hospital Escola UFPel trabalhos de alunos e professores de pintura do Atelier Dekorart, estabelecido há 15 anos em Pelotas com cursos de pintura em tela e madeira e distribuição de materiais para pintura artística.

Releitura de Bouguereau, por Giovana Mendonça 
A mostra é um conjunto de 14 obras em óleo ou acrílica sobre tela com temáticas diversas, mas tendo em comum cores vibrantes e técnica apurada.

Flores, paisagens, abstratos, figuras humanas levam a cada observador uma significação diferente. Neste espaço, os pacientes e seus acompanhantes têm a oportunidade de buscar o conforto, a compreensão ou simplesmente a distração, diante desse momento difícil que é a internação hospitalar.

Segundo informam os professores do ateliê, os alunos também se valem da pintura como lazer e como terapia. Hoje em dia, a arte expressiva é um necessário "remédio" contra o stress, útil para aliviar a pressão do dia-a-dia e recuperar o bem-estar.

De acordo com a organização do Corredor Arte, estão atraindo a atenção do público os trabalhos de Cláudio Soares em pop art (v. imagem superior) e uma releitura do quadro de 1880 "Vênus defendendo-se de Eros" (v. quadro original), do pintor francês William-Adolphe Bouguereau, elaborada por Giovana Mendonça (dir.).

Detalhe de "Rosas"
Merecem atenção também a "Constelação", acrílica sobre tela de Cláudio Soares, por sua sugestão em preto e branco de luzes e movimentos no fundo escuro do céu noturno, e as "Rosas" de Loiva Krüger (abaixo), que atraem por seu jogo de sombras sobre cores e pela transparência das minúsculas gotas d'água (esq.).

Estão expondo os professores Cláudio Soares e Giovana Mendonça e os alunos Beatriz Borges, Fabiana Mendonça, Ivanir Póvoa, Loiva Krüger, Mariângela Bettin, Marlise Campos, Neusa Jaekel e Zara Drago.

"Rosas", óleo sobre tela de Loiva Krüger
Texto e imagens: Completa Comunicação

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Fotos de bandeiras de oração


Nesta terça-feira (15-10) às 20h o Espaço Arte Chico Madrid abre a mostra “Varal de Orações”, fotografias da artista Norma Alves. A exposição seguirá até 15 de novembro, em horário comercial, na sede da Sociedade Científica Sigmund Freud (Rua Princesa Isabel, 280 conj. 302).

Norma visitou em três ocasiões o Templo Budista Khadro Ling, localizado em Três Coroas (a 91 km de Porto Alegre). Trata-se do único templo tibetano na América do Sul, fundado em 1995 pelo lama Chagdud Tulku Rinpoche.

A artista se apaixonou pelo colorido do local, pela intensidade do budismo tibetano e pelas ligações que sentiu com a arte e com a espiritualidade. Elemento especial para a fotógrafa, que tem uma predileção pelos varais ao vento, foram as bandeiras tibetanas de orações (ou cavalos de vento), oferecidas para que as preces sejam levadas e recitadas pelo vento por longas distâncias.

As bandeiras de oração (v. nota no Blog do Maragão) convidam à meditação interior, à solidariedade com os seres vivos e à sintonia com o universo. Numa visita à exposição, que tem a curadoria do coordenador cultural da Sociedade, Eduardo Devens, será possível sentir parte dessa beleza e dessa paz que a artista vivenciou e quis compartilhar. Veja a reportagem de Max Cirne Bandeiras ao vento.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Múltiplos olhares no cotidiano do hospital


O Corredor Arte é um projeto de humanização da saúde que existe no Hospital Escola da UFPel desde 18 de setembro de 2000. Há 13 anos, uma galeria de arte na entrada do estabelecimento serve para diluir o o velho preconceito de que os hospitais só lembram sofrimento, medo e de tristeza.

A cada três semanas, uma nova exposição é colocada no Corredor Arte, emprestando movimento e vida ao hospital. Cada quadro, colagem, escultura ou fotografia estimula o visitante (seja funcionário, doente ou familiar) a fazer uma pausa e conectar-se consigo mesmo, talvez pensar na superação dos momentos difíceis e até acreditar que é possível sentir otimismo e alegria.

Aqui as cores e a estéticas querem mostrar que os tratamentos, os exames e as operações levam à saúde e à vida, tudo o qual ajuda decisivamente na cura e no trabalho médico.

Para comemorar mais um aniversário do Corredor Arte, o Grupo de Humanização convidou os funcionários para mostrarem por fotografias um pouco do cotidiano do hospital. Como resultado, constituiu-se uma exposição de 34 imagens, que foram enviadas por 11 funcionários. A mostra denomina-se: "Múltiplos olhares: cotidianos do Hospital Escola".

Essas fotos mostram cenas comuns em hospitais, como uma gestante esperando a hora do parto, o cuidado e o carinho que os funcionários têm com os pacientes, bebês recém-nascidos, uma mãe amamentando gêmeos, entre outras imagens que destacam não a doença mas a esperança de saúde, não o medo de sofrer mas a integridade da alma.

Expõem trabalhos: Ana Brod, Andressa Almeida, Artur Leão, Helena Schwonke, Henrique Arrieira, Isis Borges, Luciana Santos, Marisângela Farias, Méri Cabaldi, Silvana Bandeira e Vera Levien. Até 7 de outubro, na Professor Araújo 538.


Fotos: A. Leão (1), H. Schwonke (2-3)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dois cursos novos no Ágape

O curso de Canto em Grupo busca trabalhar a voz e despertar a musicalidade do aluno de forma lúdica e descontraída.

Dirigido a adultos que buscam outras formas de conhecimento aliado ao prazer, sem pré-requisitos musicais, basta gostar de cantar.

O professor Rafael Rabuh tem experiência em regência coral e é pesquisador em Musicoterapia.

Horário: 19h–21h, doze encontros semanais, desde terça (17-9). Valor: R$ 300. 


O curso Sustentável Arte busca mostrar como é possível realizar atividades artísticas – com poucos recursos e muita criatividade – sem utilizar materiais caros. Conteúdos: confecção de papéis artesanais; confecção de pincéis; produção de tintas com pigmentos naturais.

O professor Alexandre Lettnin tem seu ateliê em Pelotas, onde desenvolve sua produção em artes plásticas. Na Europa, realizou diversas exposições e conviveu com artistas de todo o mundo. No Ágape, ele dirige o Ateliê de Artes para adultos.

Horário: 18h30 – 21h, doze encontros semanais. Início adiado para 2 de outubro. Valor: R$ 350.

Informações e inscrições no Ágape, Espaço de Arte. Endereço: Anchieta 4480, fones 3028 4480 e 8438 4480 ou agape4480@hotmail.com.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Renascer cultural, a novela dos tempos

"Mestres do Renascimento": atual mostra no Centro Cultural do Banco do Brasil (São Paulo), até 23-9
Fila externa à exposição, para tirar dúvidas e receber material gráfico de divulgação

RENASCIDOS/FLORESCIDOS HEDONISTAS

O homem sobre Deus renasceu
Da poeira ... das dores e mágoas
Dos pecados ... da visão parca
Nossa Senhora da Humildade (Gentile da Fabriano),
têmpera sobre painel de madeira, ano 1423 (Wikipédia)

Racionalismo experimental/experimentado
O homem então é maior que o fim

Belo ... harmonioso ... delicado
Imprensa ... anjo da guarda ... da anunciação
informativa ... informação

Mitos e pinceladas
Reformas no pensamento

O custo do curso cursado
Sendo o campo de batalha ... a influência
sobre os fiéis ao que é informado

E o anjo anuncia uma nova cultura
O culto aos padrões ocultos

Os valores renascem
O que ontem foram trevas e impasses

O que renasceu ?
A culta não morre ... mas quebra
Rearranjos
Anunciações

Cultura de transição

Como missão social das empresas, os centros culturais apoiam a educação, a divulgação e a criatividade.

Uma grande exposição já começa na entrada. No caso da Mestres do Renascimento: Obras-Primas Italianas, o frisson começa na fila de entrada. A mostra está sendo realizada no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo [v. nota sobre a mostra no CCBB].

O cenário é o antigo centro financeiro de São Paulo, seus prédios em estilo neoclássico, déco, nouveau, entre outros estilos europeus, e que lembram, em muito, alguns prédios do centro tradicional/antigo de Pelotas (v. Wikipédia).

Conversando com um dos organizadores, ao receber material gráfico, descobri que tive sorte em ficar esperando só 40 minutos para entrar. A média dos fins de semana é geralmente de 2 horas de espera, avisou ele.

É proibido fotografar os quadros, mas permitem fotografar os corredores e a sinalização interna. Perfeito o trabalho de design na sinalização, principalmente nos banners e painéis do subsolo que encerram a jornada ao longo do RENASCIMENTO ITALIANO.
No hall de entrada, fila interna para usar o guarda-volumes
São quatro andares de corredores com obras. Estas, divididas por suas cidades italianas de origem.
  • O elevador nos deixa no 4º piso, onde é feita uma introdução às obras da cidade de Florença.
  • Passamos pelas obras da cidade de Roma no 3º piso.
  • Milão, Urbino, Ferrara e Veneza ficam expostas no 2º.
  • No 1º piso e no subsolo [foto maior abaixo], há uma cronologia educativa, com painéis ilustrados e um aprofundamento textual sobre as influências e dados históricos.
Fica claro, ao longo da exposição, que o Renascimento foi um dos maiores movimentos culturais. Documentando em imagens seus ideias e práticas artístico/filosóficas. O gigantismo de uma época e seu simbolismo.

As pinceladas dos grandes mestres do Renascimento impressionam, a dimensão das telas e o acabamento das molduras são o toque divino das obras. Seria tendencioso dizer que há um quadro que se destaque mais que outros. Cada visitante com certeza será tocado, subjetivamente, por um ou outro de formas diferentes. Os motivos das obras, quase sempre religiosos, transbordam em significados e mensagens.

Nathanael Anasttacio
Ver as obras em sua magnitude e dimensões reais me fez lembrar as aulas de História da Arte, nas quais ouvíamos que as ilustrações em livros não reproduzem a sensação dos museus.
Lembrei nosso Leopoldo Gotuzzo, lembrei o Museu da Baronesa. Lembrei que nossa Pelotas está num ciclo longo de esforços culturais para renascer em sua efervescência.

Visitar um museu ou uma galeria de arte é questionar/indagar/perceber novas formas de ver o mundo [nosso mundo de percepções].

Aos viajantes que passarem por São Paulo até 23 de setembro fica a dica de aproveitar esse evento gratuito e de grandes proporções. Cultura que com certeza muda a percepção dos visitantes.
Vale uma esticada, ao fim da exposição, no café do CCBB. O atendimento é ótimo e o expresso revigorante [v. nota com fotos do café].

ANASTTACIO N.
correspondente em SP
fotos de sexta passada (23-8)

Linha do tempo da Renascença na Itália: painel histórico para aprender, refletir e debater sobre o tema

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Oficina de Fotografia Documental

Castelinho da Quinze, ângulo pelo portão da Rua Conde de Porto Alegre
O Espaço Ágape e o fotógrafo Isaumir Nascimento oferecem, por primeira vez em Pelotas, um minicurso teórico-prático sobre Fotografia Documental, a arte de registrar momentos de modo pessoal ou subjetivo. A oficina terá 5 sessões em dias contínuos, com 15 horas cronológicas, numa turma de até 20 pessoas (a partir dos 14 anos de idade).

Nascido em São Sebastião (SP), Isaumir atualmente reside na Alemanha e se encontra de passagem por Pelotas e Rio Grande. Formado em Artes Plásticas em 2002, desenvolve um trabalho pessoal em desenho e pintura. Como fotógrafo, concentra-se na produção de ensaios ficcionais (v. blogue dele).

A Oficina busca propiciar ao público o contato com a linguagem fotodocumental, discutindo as possíveis histórias e formas de contá-las, assim como as qualidades da imagem fotográfica (composição, iluminação, intenção dos elementos que constituem a fotografia, etc.). A partir da ideia de que pequenas situações podem render boas histórias, espera-se que a Fotografia como arte ganhe um novo lugar na vida dos alunos, não mais como uma tomada aleatória de imagens e sim como um modo consciente de organização e compartilhamento de experiências.

Ao longo da oficina serão analisados documentários produzidos pelos participantes dentro dos seus interesses. De forma paralela será feita a edição e o tratamento das imagens para montar uma apresentação final do curso, na forma de projeção.

Isaumir Nascimento viu assim a megaexposição Documenta 13 (Alemanha, 2012), veja mais fotos.
Programação da oficina "Fotografia Documental"
  • Quinta 5 de setembro, 19-22h — O que é um documentário fotográfico? A subjetividade do fotógrafo e a veracidade da história documental. Reconhecimento do equipamento fotográfico trazido pelos participantes. Possíveis temas de documentários.
  • Sexta 6 de setembro, 19-22h — Noções básicas de fotografia: composição, iluminação, contraluz, enquadramento, etc. Apresentação de trabalhos do ministrante. Como o cotidiano pode se transformar em material interessante para uma fotodocumentação?
  • Sábado 7 de setembro, 14h30-17h30 — Análise de imagens trazidas pelos participantes. Escolha do material que poderia ser o início de documentários fotográficos.
  • Domingo 8 de setembro, 14h30-17h30 — Introdução à edição fotográfica.
  • Segunda 9 de setembro, 19-22h — Apresentação de projetos individuais.
Cada participante deverá levar seu próprio equipamento fotográfico, seja este uma máquina analógica ou digital. Se o aluno utilizar filme, deverá gastar com a revelação e digitalização do seu material. Valor do investimento: R$ 130 (estudantes) ou R$ 160 (profissionais). Inscrições no Ágape (Anchieta 4480): 3028 4480 e 8438 4480.

Capela Nosso Senhor do Bom-Fim,  5º Distrito de Pelotas (Cascata)
Fotos: F. A. Vidal (1, 3), I. Nascimento (2)

POST DATA
5-9-13
A realização do curso foi suspensa hoje (5), até nova oportunidade, por não reunir o número mínimo de 12 participantes solicitado pelo ministrante.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Programa Segundo Tempo


O Corredor Arte do Hospital Escola recebeu neste mês de agosto, até segunda passada (26), a mostra de desenhos “Manifestações do Sensível”, produzida pelo núcleo Pelotas do Programa Segundo Tempo.

O Programa é um projeto do Ministério do Esporte que busca contribuir à qualidade de vida e ao desenvolvimento integral de crianças e adolescentes com riscos e carências sociais (veja mais sobre o projeto).

Sua sede em Pelotas fica na Escola Superior de Educação Física da UFPel e é coordenado desde 2009 pelo professor Alexandre Carriconde Marques (v. nota da UFPel).

Este núcleo promove especificamente a inclusão social de menores com deficiências, mediante atividades esportivas e artísticas. O foco nas deficiências físicas e mentais é uma adaptação do Programa feita especialmente em Pelotas, trabalho que é considerado um modelo no contexto brasileiro. O Ministério do Esporte gravou, em fevereiro deste ano, uma reportagem que relata a experiência deste núcleo, valendo-se do esporte e da pintura (vídeo abaixo).

Atualmente, a oficina artística é conduzida pela artista visual Paloma De Leon, que trabalha nos alunos "uma relação integral entre percepção, comunicação, sensibilidade, arte, vida e inclusive com a própria comunidade em que eles vivem”, segundo ela mesma explicou ao Corredor Arte.

A exposição teve a curadoria do Grupo Superfície, coletivo de criação do qual Paloma faz parte desde seus inícios, há três anos, na cidade de Pelotas.

As atividades desta oficina artística giram em torno do aproveitamento de materiais, livre expressão, pinturas do cotidiano, desenhos, colagens, esculturas, vários tipos de suporte, preenchimento com a cor, sobreposições de procedimentos em exercícios na sala de aula.


Imagens: Corredor Arte