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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mesma cidade, novo olhar


‎Quando abro a cada manhã 
a janela do meu quarto
É como se abrisse o mesmo livro 
numa página nova...
"A cor do invisível"

A vida é a mesma, mas, ao longo de seu transcurso, pode ser vista com novos olhos, pela mesma pessoa. Assim também as cidades podem evoluir e ser recriadas por seus novos habitantes.

A geografia da cidade é a mesma, mas, em cada um de seus pontos, pode ser vista por olhos diferentes.

Neste ângulo ao entardecer, a janela reúne três diferentes fantasias humanas: o grande ex-hotel, o pequeno palácio municipal e o ainda inexistente Shopping Praça Quinze.

Foto: Silvia King Jeck
Facebook Projeto Pelotas Memória

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A lua laranja do Laranjal

Mais uma foto de pôr do sol, qual a graça?

Mas em Pelotas não temos pôr do sol no mar.

Trata-se do nascer da lua cheia, na Lagoa dos Patos, esta noite (28). A nossa praia ganhou o nome de Laranjal porque em algum momento teve plantação de laranjeiras. O que ninguém esperava é que a lua tomasse a cor e a forma de uma laranja, como o sol faria ao nascer. Ou serão nossos olhos?

Uma hora depois, ainda se observavam os tons alaranjados do corpo celeste, já sem o reflexo nas águas (abaixo). O diálogo era entre a esfera lunar e o imenso planeta Júpiter, visto aqui como um pontinho. Galileu foi quem viu por primeira vez, em 1610, a nossa lua tapando as luas de Júpiter, mediante lunetas.

O fenômeno poderá ser visto de novo, no litoral sul do Brasil, no próximo dia 25 de dezembro (veja notícia): do Rio ao sul do Brasil, o maior dos planetas será ocultado pelo nosso satélite (v. outra nota). As ocultações de estrelas e os eclipses despertam nosso terror inconsciente, pois simbolizam o poder feminino e noturno sobrepujando as forças masculinas e luminosas.

30-12-12
Veja aqui outra lua laranja de A. Neutzling.

Fotos: Facebook
Veja a página de A. Neutzling

domingo, 18 de novembro de 2012

A ruína que só serve como mirante


A única serventia do esqueleto de edifício que mancha o centro de Pelotas não pode ser percebida por ninguém hoje, pois ele se encontra fechado e inabitado. A construção ficou inconclusa há cerca de vinte anos, e ainda se encontra abandonada, como uma vergonhosa ruína de 15 andares, talvez a mais grandiosa ruína já conhecida.

Foi preciso que um fotógrafo subisse ao prédio para que ficasse em evidência algo inesperado: a utilidade do gigante é ver a beleza do resto. A única parte bela do monstro está em seus olhos, e esta beleza em retorno faz esquecer a feiúra do corpo.
Imagens: Rafa Marin, novembro 2012
Fonte: Facebook

sábado, 17 de novembro de 2012

Saída fotográfica

O Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul (v. histórico) programou, para este mês de novembro, uma excursão a balneários do Uruguai, como La Paloma e Punta del Diablo.

No retorno, este domingo (18), o grupo fará uma Saída Fotográfica Cultural por pontos turísticos do centro de Pelotas, com início às 8h no Mercado Central.

No Flickr, o Clube convida aos pelotenses amantes da fotografia a somar-se a este passeio de imagens, conversa e movimento. As fotos produzidas enriquecerão aos visitantes e a quem já conhece Pelotas.

O sol mostrará efeitos luminosos característicos da manhã, e bem diferentes da imagem abaixo, tomada hoje perto das 19h30min. O momento registrado é real e cotidiano, mas totalmente inadequado para postais turísticos, pelo excessivo contraste entre luz e sombra e pela horrível presença de um edifício de 15 andares inconcluso.

Ativo como grupo humano até 2008, o Pelotas Fotoclube guarda 1515 fotografias no Flickr. Hoje, um numeroso grupo de fotógrafos locais apresenta no Pelotas Memória centenas de criativos trabalhos sobre a cidade.
Imagens: Flickr (1), F. A. Vidal


domingo, 11 de novembro de 2012

Umidade nas luzes noturnas

Ensaios de sábado pós-chuva em Satolep. Foto tomada esta noite por Rafa Marin, depois do chuvisco que caiu sobre a cidade, finalizando uma semana de verão antecipado. Reprodução do Facebook.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Satolep no ângulo

Daniel Giannechini preparou a mostra SATOLEP NO ÂNGULO, com inspiração no patrimônio histórico de Pelotas que completou seu bicentenário este ano. A inauguração foi ontem (3), no Espaço Chico Madrid, da Sociedade Científica Sigmund Freud, sob a curadoria de arte de Eduardo Dévens.

Como fotógrafo profissional, Daniel quis diversificar e enriquecer os ângulos a partir dos quais Pelotas tem sido fotografada, com a intenção de mostrar que a beleza existente não está sendo aproveitada, seja do ponto de vista artístico ou da visão limitada e até estereotipada que os pelotenses têm de sua própria cidade.

A catedral anglicana virou uma igreja verde (acima), o Mercado ficou todo dourado, os casarões se associam à natureza, os chafarizes parecem humanizados, nada é realmente como as tradições ensinam e tudo pode ser visto por novos ângulos e colorações. Outras imagens de Daniel podem ser vistas em sua coluna exclusiva no Amigos de Pelotas, e as imagens em exposição (até 6 de novembro, em horário comercial), podem ser compradas por R$ 50.
Foto: convite de divulgação

domingo, 30 de setembro de 2012

Divisão urbana e cultural: pedra e asfalto

Na composição de Roberto Dias, duas épocas de uma cidade que pavimenta as ruas para agilizar o trânsito de veículos. Tudo era de pedra, veio o asfalto atropelador e deixou sua faixa preta. Até mesmo o transeunte preferiu o caminho mais moderno e menos ecológico, como se este o pudesse levar mais rápido ao futuro.

O recorte fotográfico também eliminou a visão do cruzamento entre ruas (Princesa Isabel e Gonçalves Chaves) e remarcou a simplicidade da fronteira humana, verdadeira linha divisória entre mundos e tempos.

A uma quadra dali (Sete de Setembro com Gonçalves Chaves), um poeta de rua escreveu o seguinte sobre a mesma dicotomia de mentalidades:

Os homens vestiam-se de carro
e eu descalçava as sandálias
pra tentar sentir com os pés
a pele da cidade.

(Marchioro)

Fotos Facebook (1) e F. A. Vidal (2)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Águas da lagoa recuaram 250 metros


A intensa ventania de ontem (19) causou, no sul do Estado, caídas de árvores e cortes de luz, e fez as águas do Laranjal recuaram entre 200 e 400 metros. Os ventos chegaram a 111 km/h em Rio Grande (segundo o jornal Agora) e 120 segundo o MetSul, mas somente a 45km/h em Pelotas (veja nota do Diário Popular) [dados incorretos, segundo um dos comentários deste post]. Segundo as previsões, a frente polar traz mais frio para os próximos dias.

Nas fotos da artista plástica Norma Alves, tomadas ontem ao entardecer, a lagoa parecia começar do outro lado do trapiche do Valverde (foto maior acima), que foi reaberto ao público em 1 de setembro passado.

No entanto, estudantes de Meteorologia da UFPel caçavam ventos ontem, quando mais forte sopravam (video abaixo), confiantes em que não se tratava de um furacão que os levasse junto com o cais de madeira (como levou Dorothy ao país de Oz). O registro máximo foi de 77 km/h.

As ondas que habitualmente vêm à orla já mostravam a fuga das águas, como se saíssem da terra em direção ao mar. Essa evasão permitiu que alguém caminhasse por baixo das madeiras do trapiche (foto à direita).

Se o público chegou a ver este panorama, deve ter-se atemorizado (recolhimento das águas do mar sugere proximidade de tsunami). Mas aqui foi totalmente por ação do vento.

No Uruguai, ao contrário, rajadas de até 172 km/h levaram a areia da orla para o meio da rua, na praia Brava de Punta del Este (notícias do jornal El Observador e MetSul), causando o fechamento total do trânsito (foto abaixo do vídeo).

Fotos: N. Alves (1-3) e Twitter (4)



domingo, 9 de setembro de 2012

A estética do calor de agosto

Hoje pela manhã, a Sofia e eu fomos até a Praia do Laranjal comprar um filé de peixe para o almoço. O seu Fonseca, tradicional pescador da Barra do São Gonçalo, estava chegando com jundiás e traíras bem fresquinhos. Pedi para ele "filetar" as traíras para comer fritas. Os jundiás levei inteiros, para fazer muqueca.

Enquanto ele preparava os peixes, eu e minha filha pequena ficamos nos deleitando com o dia de verão que acontece em pleno mês de agosto. Sei que no final de semana voltamos à nossa realidade, com a chegada de uma frente fria. Mas enquanto o frio não chega, vamos aproveitando este dia de temperatura tropical na nossa linda Praia do Laranjal.

Confira o post completo, de 24 de agosto passado, no blogue de Nauro Júnior Retratos da Vida.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Homenagem à Fotografia no Chafariz

O Diário Popular ilustrou a capa de 7 de julho com esta foto de Paulo Rossi, destacando o esforço do fotógrafo para produzi-la com a perfeição desejada. A ideia inicial parecia ser simplesmente registrar uma gotícula caindo de uma das nereidas da Praça Coronel Pedro Osório, nesta cidade onde sempre parece estar chovendo, e onde de fato chovia no dia 6.

Mas não bastava tal simplicidade. A gota devia refletir, de modo holográfico, todo o chafariz ao seu redor. O problema é que, além de serem mais rápidas que o olho (e o dedo) humano, elas não o focam com a precisão desejada.

Foi preciso bater várias centenas de fotos até obter esse efeito, pois o artista não queria fabricá-lo em laboratório. Assim, o panorama do Chafariz das Nereidas não ficou na foto do detalhe que vemos grande (acima), mas sim na minifoto tomada pela gotinha (dir.).

É preciso observar outra coisa muito importante, para ver que se trata de uma foto artística (para uma antologia de obras-mestras), e não o mero resultado de esforço e paciência: a gota d'água não funciona aí como um espelho mas como uma lente, mostrando o lado de lá de quem a vê (não um reflexo do observador), e invertendo a imagem, como fazem as câmeras fotográficas (abaixo).

Portanto, esta homenagem à Fotografia nos mostra como a Natureza é uma organização viva que se observa a si mesma, sem fazer registro em películas e de modo holístico (cada molécula guarda uma imagem do todo). Também podemos dizer que nós, observadores dessa natureza, estamos sendo por ela fotografados em todo momento, nessas gotas d'água, talvez por um divino Observador.
Fotos: P. Rossi (1) e reproduções do Diário Popular impresso de 7-7-12 (2-3)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Postais grises para um aniversário grisalho

Nauro Júnior é daqueles que vêm a Pelotas a trabalho, descobrem as belezas de viver aqui e nunca mais querem sair. Chegou de Novo Hamburgo em 1996 e sente saudades de Pelotas cada vez que viaja. Estando aqui, nos mostra os ângulos escondidos e os pequenos-grandes detalhes que nunca vemos.

Fotógrafo de mão cheia (ou de olho cheio), cada registro seu é um postal que ele presenteia a Pelotas. Hoje (3) ele dedicou outros de seus cliques apaixonados e reveladores. Reparem a sutil homenagem à fotografia francesa dos anos 50
.


1
A chuva fina e o cinza abraçam Satolep neste instante. O encanto de um passeio pelo tempo é a brisa batendo no rosto. A vida que passa é mesma que chega.

Amar alguém ou algum lugar é como andar de bicicleta: uma vez que se aprende, jamais se esquece.

2
A semana de aniversário de Pelotas começou com uma chuva fina. Lágrimas de uma princesa que completa 200 anos de uma história de elegância e dor. Uma beleza que muitas vezes atrapalhou seu desenvolvimento.

Muitos a vilipendiaram, muitos a amaram. Poucos entenderam seus mistérios por trás de um véu cinza.

Dia 28 de junho completou 16 anos que aportei aqui. Pretendo ficar por aqui pra sempre desvendando os mistérios de tuas luzes gris.

Fotos e texto: Facebook Nauro Jr

domingo, 1 de julho de 2012

Parabéns a Pelotas

O Diário Popular no Facebook homenageia o aniversário de Pelotas mediante postais criados pelo coordenador de Arte Bruno Campelo. Foram utilizados trechos do texto poético "Minha casa, tantas casas" (leia o texto completo), de Pablo Rodrigues, e fotografias de Moizés Vasconcelos (acima), Jô Folha, Carlos Queiroz e Paulo Rossi (abaixo). Os leitores podem participar da homenagem compartilhando sua imagem preferida.

É verdade que Pelotas tem as quatro estações ao longo do ano (às vezes, variações do clima num mesmo dia), e seu verão é bastante curto, mas as quatro fotos escolhidas descrevem uma cidade bastante europeia e invernal (chuvosa, escura e solitária). Como já temos visto aqui no blogue, os pelotenses costumam ver-se de modo melancólico e até mesmo fantasmagórico, tanto pela neblina diurna, como pelas sombras da noite.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Fotos que representam os 200 anos


O concurso de fotos da Loja Equilibrium para os 200 anos de Pelotas informou os dois ganhadores: o júri técnico escolheu o registro de Diego Cunha da Silva, retratando o Pontal da Barra abandonado (acima).

Por outro lado, o júri popular preferiu a fotografia noturna de Eduardo Lena, que sugere um ambiente de vida e progresso. Há duas semanas, este blogue destacou precisamente essa imagem como uma das mais significativas para o futuro da cidade (veja a nota). Reconhece o Grande Hotel ante o parque central de Pelotas? E a ponte iluminada que conduz à cidade matriz?
Imagens: DP

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Múltiplos Olhares para Pelotas

Esta fotografia de Helena Schwonke e outras 60 formam a exposição Múltiplos Olhares, que pode ser visitada no Corredor Arte até 15 de julho próximo. Um grupo de 21 colaboradores do Hospital da FAU-UFPel participam desta mostra artística, que homenageia o aniversário nº 200 da Cidade de Pelotas, fundada em 7 de julho de 1812 como Freguesia de São Francisco de Paula, território pertencente à então Vila de Rio Grande.

Os fotógrafos são profissionais da saúde e administrativos que trabalham ou trabalharam no hospital: Adriane Reinhardt, Amilcare Vecchi, Ana Lúcia Brod, Ana Paula Lourençon, Artur Leão, Beatriz Ribeiro, Helena Schwonke, Isis Borges, Luciane Kickhöfel, Luis Fernando Barros, Maíra Vieira, Maria Helena Silveira, Marisangela Farias, Patricia Duval, Renata Zschornack, Shirley Gonçalves, Silvana Bandeira, Tanira Barros, Vanessa Garcia, Vera Levien e Vitor Hugo Lima.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A orla antes e depois da aurora

Norma Alves viu a orla do Laranjal antes do raiar do sol, cinzenta e enevoada, como se já não houvesse vida sobre a terra (acima), e momentos depois iluminada num renascer pós-apocalíptico (abaixo).

O reflexo na água suscitou dois efeitos visuais: uma ilusão de deslocamento das estacas e uma impressionante sugestão de cruz solar sobre a lagoa, como se um poder divino centralizasse a distribuição do caminho sobre as águas.
Mais fotos no Facebook de Norma Alves

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A "Esquina 22" há cem anos

Há cem anos, num contexto de riqueza cultural e econômica (simultâneo à Belle Époque europeia), Pelotas tinha bispado, ensino médio para ambos os sexos, escolas superiores (Agronomia, Direito e Odontologia), clubes sociais e esportivos, porto fluvial e estação ferroviária. Em 1912 a cidade celebrava seu centenário talvez de forma adiantada, pois sua real autonomia político-administrativa somente chegou com a elevação a Vila, bem depois da fundação da freguesia de São Francisco de Paula, em 1812, data da primeira urbanização.


Segundo o Correio do Povo, os preparativos do centenário estavam encaminhados um mês antes (veja nota deste blogue). A notícia da semana passada, pesquisada no jornal de 1912, incluía uma foto da nossa popular "Esquina 22" (Quinze com Sete), onde, até a década de 1950, ficava a Livraria Universal, de Guilherme Echenique, que editou diversos autores pelotenses (veja nota sobre livrarias em Pelotas e significados de sobrenomes bascos).

Acima, o postal colorido artificialmente, editado ao redor de 1910 pela Livraria Pelotense, de Albino Isaacsson. A imagem foi reproduzida do sítio comercial EBAY, por meio do qual uma livraria argentina vendeu o impresso por 40 dólares. Casualmente, os irmãos Echenique, donos da Universal, também descendiam de argentinos.

No mesmo postal, vê-se no fundo a arborização da Praça da República (Coronel Pedro Osório, hoje). A foto foi tomada numa tarde de sol forte, provavelmente perto das 15h.

Na foto da Universal (dir.) pode-se distinguir — numa inscrição horizontal em cor clara, abaixo da cobertura da esquina — o lema da livraria: SINE LABORE NIHIL (sem trabalho, nada se consegue).

Nesta crucial esquina, onde cresceu a literatura e a intelectualidade, hoje se encontra a frequentada Doçaria Pelotense, fazendo jus ao título pelo qual a cidade é conhecida: Capital Nacional do Doce.

Concurso de fotos libera as 12 melhores

A Loja Equilibrium liberou há dez dias as 12 fotos selecionadas para concorrer ao prêmio de melhor Fotografia para homenagear os 200 anos de Pelotas (veja a notícia).

As vencedoras serão duas: a preferida do público e a escolhida pelos jurados, os fotógrafos Jeff Münchow, Juliano Kirinus, Nauro Júnior, Paulo Rossi e Carlos Recuero. Nesta fase, eles já escolheram o primeiro ganhador (que será revelado no final).

Duas das concorrentes aparecem nesta nota: um ângulo romântico do assim chamado Trapiche do Valverde, atualmente interditado e em obras, e uma visão noturna do coração da cidade. A primeira representa a percepção de um futuro nebuloso a partir de um presente delicado e envelhecido; a segunda vislumbra um renascimento futuro, grande e luminoso, como cabe a um município metropolitano. Os autores não podem ser identificados, para não influir na escolha popular.

O público pode votar (mais de uma vez) no sítio virtual da loja, até a próxima sexta (15). Cada vencedor ganhará um porta-retratos digital e o direito de expor sua foto num outdoor por duas semanas.

domingo, 10 de junho de 2012

Três graus abaixo de zero

Os gaúchos sabem que o frio mais duro vem com o Minuano e frentes polares que avançam da zona patagônica ao norte do continente. Nem todos os anos é igual, mas o gelo costuma chegar em junho e julho, quando os termômetros se aproximam e às vezes vão abaixo de zero grau.

No entanto, a primeira onda de frio de 2012, que veio com junho, castigou o Brasil inteiro com os piores frios dos últimos 50 anos (veja a notícia). A imagem acima, de Paulo Rossi, ganhou a capa da edição impressa do Diário Popular e a seguinte foi publicada por Nauro Júnior (veja outras em seu blogue Retratos da Vida).
Fotos: P. Rossi (1), Nauro Jr (2)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Lua cheia na praia

Observar a lua nascer no mar é um privilégio de quem mora na orla, seja que isso aconteça na hora do pôr do sol ou já em noite escura. Na fase de lua cheia esse espetáculo é ainda melhor, mas apreciar o diálogo luminoso entre o céu e a água, no frio de outono e no silêncio da natureza, é somente para quem uma atitude espiritual de recolhimento, uma boa máquina fotográfica e um casaco apropriado.
Foto de Rafael Andreazza