Mostrando postagens com marcador Gastronomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gastronomia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Terceira Semana do Camarão

Desde 2008, o grupo Sabores do Laranjal organiza, na semana prévia à Páscoa, uma promoção gastronômica com sentido turístico: a Semana do Camarão (veja nota de 2009), que nesta Semana Santa de 2010 está em sua terceira edição, até este sábado (3).

Segundo Danúzia Ribeiro, coordenadora do grupo de restaurantes, vinte pratos à base de camarão são oferecidos este ano por quatro restaurantes: Café Panqueca, Cebola Mix (esq.), Cia da Gula e Santo Antônio. Com 10% de desconto nos pratos à base de camarão, com preços entre R$ 30 e 40 (para duas pessoas).

A informação está no jornal Diário da Manhã de sexta passada (26), dia em que a promoção começou. Não se encontra na internet, nem sequer no portal do Diário Popular. Na Bahia e interior de São Paulo também existem eventos com esse nome.

Na Semana Gastronômica de 2009, o Cebola Mix ofereceu "Camarão ao molho de queijo": camarão frito no azeite com cebola, pimentões, tomate e palmito com molho de queijo, acompanhado de arroz e batatas noisette (dir.).

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Primeiro blogue gastronômico

Há dois meses apareceu o primeiro blogue pelotense de crítica de restaurantes, o Vigília Gastronômica.

Foi criado por seis amigos que comentam, sem pretensões e com bom humor, suas visitas a casas de comida e bebida, às vezes elogiando com diplomacia, às vezes desnudando a má qualidade do atendimento, da comida ou do preço - mas sempre com fundamento. Afinal, a comida é o único estímulo humano que entra pela boca e pelos olhos, e gera controvérsias.

O sexteto de vigilantes é o seguinte: Ana Marafiga, designer, Charles Huber, professor universitário, Daniel Costa, formando de jornalismo, Gonçalo Cholant, professor de inglês, Guilherme Corrêa, mestrando em computação, e Paula Gracioli, estudante de jornalismo.

O ritmo de postagem em novembro foi a cada 2 ou 3 dias; em dezembro dilatou-se para uma semana. A nota mais interessante - em texto e fotos - foi uma comparação dos dois sushi-bars que há em Pelotas: o Shanghay (dir.) e o Luna Inti (leia).
A nota mais recente foi sobre os pastéis recheadíssimos do Komilãw (foto abaixo).

Diz Guilherme no primeiro post: Inicialmente, a intenção foi focar apenas em locais públicos - bares, botecos, restaurantes e afins - e publicar críticas, levando em consideração a qualidade, o preço, o atendimento e o ambiente. Logo em seguida, surgiu a idéia de escrever resenhas a respeito dos pratos que o próprio grupo prepara, passando para o leitor, não só a receita básica mas, também, dicas que podem ser úteis na hora de cozinhar.

Se bem o blogue está dirigido basicamente aos pelotenses, as regras incluem relatar visitas gastronômicas fora de Pelotas. Charles foi o primeiro a cumprir essa espécie de exceção, e comentou sobre o Eis, uma sorveteria da cidade de Birkenfeld (se alguém passar pelo sul da Alemanha, não custa nada conferir). Guilherme apresentou o PratBurger, de Porto Alegre.

Os guris estão no gmail, no Twitter, no Orkut e no Flickr (veja os contatos). E aceitam convites para jantar... na sua casa ou no seu restaurante! Não se acanhe, eles são muito simpáticos.

Valorizando que eles armaram o primeiro blogue gastronômico, vale destacar que a crítica de restaurantes pelotenses na internet foi iniciada em agosto de 2008 pelo blogue Amigos de Pelotas (colunista Slow Food).
Fotos: blogue VG

sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal no Aquários

Até o dia de Natal, o Café Aquários atendeu seus clientes com o carinho de Papai Noel. Pelo menos essa foi a mensagem passada pelos seus funcionários, vestidos de vermelho e com a típica touca vermelha - incluída a bolinha branca na ponta - que tradicionalmente se associa à figura do Bom Velhinho (acima).
Ao mesmo tempo, a decoração fotográfica do local segue completando-se neste mês, com as novas fotografias sendo colocadas nas partes altas das paredes. Em setembro passado (dia 18), o Amigos de Pelotas mostrou um aspecto das mudanças (veja a nota).
As maiores são vistas aéreas, que substituem as clássicas, em preto e branco, do centro da cidade (dir.) e do Laranjal. Não exatamente iguais às antigas, as coloridas têm marcos mais largos, focam em ângulos mais próximos e mostram com maior nitidez os pequenos avanços urbanos de Pelotas. Um ou mais desses fatores progressistas deve ter tocado os velhos clientes, pois já alguns destes se pronunciaram contra, dizendo que preferiam as velhas fotos!
Por outro lado, as imagens menores, tomadas à base do atual cardápio, começaram a ser postas no setor da lancheria. Elas ilustram justamente os sanduíches, sorvetes e variedades de cafés que são a cara do Aquários, tanto para os consumidores como para os que atendem ali todos os dias do ano, da manhã à noite. Quando tomei a primeira foto acima, há três dias, a moça que se vê do lado esquerdo, chamada Clara, veio me dizer, mostrando a 4ª foto, em tom de brincadeira mas sem esconder seu orgulho:
― 'Tá vendo aquele capuccino? É minha obra-prima, fui eu que fiz!
Alguém identifica qual a rua que atravessa a foto abaixo?
Fotos de F. A. Vidal

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Drinques não combinam com livros

A empresa catarinense de drinques e coquetéis conhecida como "capetaria" retirou-se no início desta semana, bem no meio da Feira do Livro. Ficaram na praça de alimentação quatro bancas de lanches e uma de doces, além do restaurante Baviera e do Café Armazém.

O nome informal nasceu do comentário de uma senhora evangélica, e a partir daí passou a vender muito mais (o título da banca diz "Caipirinha no Pilão"). No entanto, após uma semana de prejuízo na praça Osório, o dono deduziu que cultura e álcool não faziam um coquetel produtivo.

Ele anda pelos eventos com sua loja de bebidas, já esteve na Fenadoce e hoje pensa que a combinação alcoólica só funciona em rodeios multitudinários e em feiras de conotação mais popular. Como descendente de italianos, ele pessoalmente gosta dos eventos culturais, da boa conversa e da música romântica, mas sua opção comercial tem mais a ver com o lado B dos capos da Cosa Nostra.

Com mais investimento, imaginação e riqueza na preparação dos coquetéis, ele progrediria neste ramo que os pelotenses não cultivam muito, mas não desprezariam se fosse mais sofisticado. Aqui a influência italiana não chega forte, predominando o brasileirismo da cerveja e da cachaça e deixando as combinações coloridas e doces para as mulheres, que culturalmente também preferem aderir à preferência masculina.

Os drinques tinham três variedades básicas - chocolate, morango e abacaxi com coco, não naturais - que eram combinados com leite condensado, guaraná, cachaça, vodca, vinho tinto e vários licores. Não havia cerveja, nem como ingrediente de coquetel. O vendedor estava abusando um pouco do gelo moído, o que fazia a bebida aguar-se após uns minutos. Ele também estava poupando no leite condensado. Os copos descartáveis tinham três preços (R$ 5, 8 e 10) e ainda havia um copão colorido de meio litro a R$ 15 (à esquerda na foto maior).

O piso do espaço desmontado foi ocupado pelo público que ontem (12) às 18:30 ouvia um show de samba.
Fotos de F. A. Vidal

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Jantar de abertura da Quinzena

Alunos do SENAC preparam-se para servir 200 pratos de entrada
Transcorre até 31 de outubro a 6ª Quinzena Gastronômica de Pelotas, inaugurada oficialmente no Dunas Clube terça passada (13) com um jantar para os empresários, patrocinadores, imprensa e autoridades (notícia no Diário Popular).

Estive lá como colunista gastronômico do Amigos de Pelotas, por convite feito pelos organizadores ao editor Rubens Filho. Foi naquela noite que tomei uma das últimas fotos da Corte 2009 da Fenadoce (veja), cinco dias antes da nova eleição.

Além das ofertas dos 30 restaurantes, a Quinzena finaliza com um show especial: este ano será “Satolep Sambatown”, com Vítor Ramil e Marcos Suzano. O comensal que acumular os selos de 6 restaurantes, terá direito a 1 ingresso para 1 pessoa nesse espetáculo, dia 31 de outubro, no Teatro Guarani. A oferta não melhorou em relação a 2008, pois eram 5 os selos exigidos, além de que os pratos costumam ser para duas pessoas.

Bryan Chaplin
Para preparar o cardápio da noite de abertura, o chef Bryan Chaplin (esq.) – formado pela UCPel e pelo SENAC – inspirou-se no lema deste ano: “Tradição e requinte em sua mesa”.

O professor de Cozinha do SENAC apresentou-se com dez alunos (mais 20 garçons no serviço às mesas) e explicou cada prato, de grande simplicidade apesar de algumas palavras em francês: todas receitas típicas do século XIX, comuns em nossa cidade na época (para as famílias ricas, por certo).

A entrada começou a ser distribuída (primeira foto acima) cerca das 21h30min, logo após as apresentações. Percebi nos convidados, cerca de duzentos, uma pressa por comer: como eram somente bebidas a servir-se desde as 20h, o pequeno e delicado prato foi sentido como aperitivo, o que dificultou sua apreciação.

Coq au vin com arroz selvagem (e brócolis)
O nome – terrine de três pescados – induzia a engano, pois se tratava de um patê tricolor, de um só pescado, com as camadas em rosado (com tomate seco), branco (somente peixe) e amarelo (com cúrcuma). A apresentação visual, como desenhando uma pintura abstrata no recipiente, tão característica da culinária refinada, foi bem reproduzida pela equipe de Bryan.

Coq au vin (frango em molho de vinho tinto, champignon, bacon, cenoura e salsão) foi o prato principal (dir.), acompanhado de arroz selvagem e brócolis semicozida. A receita francesa usava tradicionalmente galos de criação, o que hoje em dia se faria de alto custo e de preparação demorada.

O resultado foi satisfatório em quantidade, mesmo para quem estava aqui jantando perto das 22h30; houve repetição. Quanto ao sabor, estava suave demais, pelo pouco sal. Paladares mais exigentes e analíticos que entrevistei sentiram falta de mais requinte e menos economia nos ingredientes.

Profiteroles com ganache e calda de goiaba
A sobremesa foram três profiteroles por pessoa, recheados com ganache (creme com chocolate) e calda de goiaba. Na foto à esquerda, a aluna do SENAC exibe o artístico prato, adornado com folhas de hortelã.

Em resumo, a noite foi um agradável encontro social de pessoas empreendedoras, preocupadas do desenvolvimento de Pelotas.

Os empresários gastronômicos mostram boas condições de atender turistas e a população pelotense mediante seus serviços, especialmente nesta 6ª Quinzena, que é um atrativo para conhecer a cidade.

No jantar, o lema de “tradição e requinte” foi observado no cardápio e na iluminação de velas, mas não houve música ambiental afim.

A confraternização humana e afetiva também seguiu o critério individualista, característico dos pelotenses.

A 6ª Quinzena oferece 30 pratos
Nesse contexto, os organizadores não puderam fazer que as pessoas saíssem de suas cadeiras para talvez conversar com mais de duas pessoas ao longo da noite ou apreciar a decoração de banners, que estava amontoada e sob holofotes no corredor de entrada (dir.).

O entrosamento começou depois da meia-noite, já com metade dos assistentes e a música a maior volume.

Esta crônica foi enviada por Slow Food para sua coluna de sábado 16 no Amigos de Pelotas, e não foi publicada pelo editor.
Fotos de F. A. Vidal

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O carrinho do Pingo Doce

No Calçadão da Andrade Neves, o carrinho de doces na esquina da Floriano ficou sendo uma presença cotidiana para os pelotenses.

É simpático ver uma vitrine com rodas e, ainda mais, com coisas gostosas (o arquétipo deve ser bem anterior à Idade Média). E é engraçado pensar que se o carrinho não estiver na esquina é porque saiu andando.

A aceitação do público vem de antes, quando o pai e o avô do atual dono do Pingo Doce começaram o negócio da fabricação e venda de doces artesanais, imitando as receitas das doceiras mais experientes. Os talentosos comerciantes fizeram que a lenta e cuidadosa produção se adaptasse ao ritmo de vendas. Hoje o dono está de tal modo identificado com o produto que todos o conhecem como “o Seu Pingo Doce”.

Comprar um doce no Pingo é tão fácil que as vendas não param, e durante o dia chegam mais caixas para repor o estoque. O Pingo sabe agradar o público com tamanho e preço, e a produção segue firme.

Esta semana havia 38 variedades, que os vendedores gentilmente identificaram um por um:

Bem-casado, beijo-de-alemão, negrinho e branquinho, queijadinha, panelinha, ninho glaceado, beijinho-de-coco, olho-de-sogra, bomba de doce-de-leite, madelaine, roupa-velha, latinha-de-lixo, ninho-de-pé, brasileirinha, doce de abóbora com batata-doce.

Mais aqueles doces com variedades: bombons (de nozes, cereja, morango, flocos, misto e Prestígio), quindins de três tipos, trouxinhas (de nozes, chocolate branco ou preto), cocadinha preta ou branca, fatia de coco ou de nozes, rapaduras de leite ou amendoim. Cada um por R$ 1,50.

Os espetinhos de morango custam 2 reais; os musses de maracujá ou chocolate e os pacotes de merengues R$ 2,50.

O Pingo Doce tem sua fábrica e confeitaria na Andrade Neves 1224, mais um restaurante na Quinze de Novembro, e ainda abastece Rio Grande.

O simpático carrinho não é o único que vende doces no Calçadão, nem é o de mais pura qualidade, mas é o mais emblemático, o mais variado em oferta e o preferido pelo público.
Fotos de F. A. Vidal

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

30 restaurantes na 6ª Quinzena Gastronômica

“Requinte e tradição na sua mesa” é o lema deste ano para a Quinzena Gastronômica de Pelotas, uma iniciativa de Felipe Lang e Sadi Homrich para desenvolver o turismo e o comércio gastronômico em nossa cidade.

Nesta 6ª edição, o megaevento começa com a corrida dos garçons (segunda 12) e um jantar temático (terça 13) para os donos de restaurantes e a imprensa. As 30 ofertas vigoram de 17 a 31 de outubro, finalizando com um show especial (Vítor Ramil, dia 31 às 21h).

A seguir, a lista dos restaurantes que participam da edição 2009 (em azul os novos).

Uma descrição dos pratos oferecidos e seus preços se encontram no site da Quinzena (disponíveis nos próximos dias).

Aki na Praia Pizzaria & Parrillada, Av. Dr. Antônio Augusto de Assumpção 8081 (Laranjal).

Aldeia Bar Restaurante & Grelhados, Av. Adolfo Fetter 3200 (Laranjal). Em 2007, criou o Linguado à Milanesa com molho de nata e tâmaras e gorgonzola ralado com champignon caramelado, acompanhado de arroz com vegetais (dir.), por R$ 18.

Arena Parrilla, Rua Doutor Amarante 723 (Zona Norte).

Batuva Grelhados, Rua General Osório 454 (Centro).

Bavária, Rua Sete de Setembro 306 (Centro).

Buena Vida, Rua Gonçalves Chaves 308 (Centro).

Cantina de Mamma Pizza, Rua General Osório 720 (Centro).

Carecão, Rua Gonçalves Chaves 3873 (Zona Norte).

Cebola Mix, Av. Antônio Augusto Assumpção 9301 (Laranjal).

Choperia Cruz de Malta, Rua Andrade Neves 4183 (Centro).

Churrascaria Lobão, Av. Bento Gonçalves 3460 (Centro).

Crêperie Française, Av. Bento Gonçalves 3274 (Centro).

João 100 Gilberto, Rua Gonçalves Chaves 430 (Centro). Seu prato em promoção em 2008 foi a Colcha Alemã (esq.): Nove porções de filé empanado com presunto e queijo acompanhado de arroz com ervas finas e legumes (R$ 25).

Las Leñas Parrillada, Rua Gonçalves Chaves 2986 (Zona Norte).

Lô de Lê, Rua Barão de Azevedo Machado 311 (Zona Norte).

Luna Inti, Rua Gonçalves Chaves 454 (Centro).

Mercado del Puerto, Rua Rafael Pinto Bandeira 1889 (Zona Norte).

Nella Pietra Pizzaria, Rua General Telles 521 (Centro).

Paiol Restaurante, Av. Bento Gonçalves 3249 (Centro). Ofereceu em 2008 a Picanha Acebolada com Provolone, acompanhada de conchinhas ao molho de ervas finas (dir.), mais buffet por R$ 24.

Parrillada El Paisano, Rua Marechal Deodoro 1093C (Zona Norte).

Poseidon Frutos do Mar, Quinze de Novembro 907 (Centro).

Restaurante Cruz de Malta, Parque Dom Antônio Zattera 143 (Centro).

Restaurante Pelotas, Rua General Neto 1279 - 2º andar do Curi Palace Hotel (Centro).

Rincão Nativo, Rua Félix da Cunha 859 (Centro).

Shanghay, Rua Sete de Setembro 257 (Centro).

Taberna Otto, Rua Padre Anchieta 3178 (Zona Norte).

Tourist Executive Hotel, BR 116 - Km 523, ao lado da barragem Santa Bárbara.

Tulha Bar e Restaurante, Av. Domingos de Almeida 48 (Zona Norte).

Vesúvio Ristorante, Rua Marcílio Dias 1090 (Centro).

Vineria Gran José, Rua General Osório 1161 (Zona Norte).
Corrida dos garçons 2008, foto de Miguel Martins.

domingo, 24 de maio de 2009

Dia do Café

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) promove desde 2005 o Dia Nacional do Café, em 24 de Maio.

O dia celebra o início da colheita do café e homenageia esta bebida consumida por 93% da população brasileira. Em Santos, o Museu do Café registra a história desta riqueza nossa e divulga o consumo da bebida.

"A data comemora toda a cadeia produtiva, do grão à xícara, e enaltece todos os segmentos que investem continuamente para oferecer ao consumidor brasileiro um café de qualidade, com muito aroma e sabor", diz Guivan Bueno, presidente da ABIC.

O Brasil é o maior produtor (32,9 milhões de sacas na safra 2005/2006) e maior exportador (26,6 milhões sacas em 2005) de café do mundo (veja a notícia).

Em Pelotas, somente o Diário Popular (site não disponível) lembrou a data, mencionando o Café Aquários, principal e mais antigo café da cidade, cujas vendas de café são também as maiores no Estado, como loja individual. A maioria dos consumidores prefere o cafezinho, mas aqui também se prepara a bebida com sorvete, creme, merengue e diversos licores.

O Café Armazém (acima) hoje esteve fechado (esq.), como todo domingo, apesar de localizar-se num shopping, onde há fluxo de clientes para o cinema – no qual não se serve café.

Cafés de boa qualidade e diversas apresentações também são servidos na Feira (Quinze e Galeria Malcon), Croasonho, Confeitaria Otto, Doçaria Pelotense, Grão de Café, Isa Gastronomia, Pingo Doce, Café.com, Café Vitrô, Galeria Firenze, Galeria Central, Dom da Palavra, Márcia Aquino e Café Rivoli, entre outras doçarias e confeitarias.
Fotos 2-3: F. A. Vidal.