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domingo, 23 de novembro de 2014

Pelotas Doce Natal 2014

Em 2013, a Fonte das Nereidas se transfigurou com as cores e os sons das Águas Dançantes.
Há um ano, o projeto Pelotas Doce Natal trouxe ao centro da Princesa do Sul uma nova e impressionante decoração do ambiente urbano, iluminando a Praça Coronel Pedro Osório e prédios de sua volta. Namorados, famílias, jovens, noivos recém saídos da igreja, turistas, o povo e a cidade ocuparam a praça e o calçadão, impregnando-se com sensações de magia e romantismo.

A descrição parece exagerada, mas para quem presenciou toda palavra parece insuficiente. Diário da Manhã publicou em 2013 a reportagem O encanto da população pela praça.

O lançamento do 2º Doce Natal será no próximo sábado (29-11) às 21h, com Águas Dançantes, luzes e música, em torno à Fonte das Nereidas. O megaevento é possível graças a uma parceria entre a Prefeitura de Pelotas e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL)

O primeiro grande show será no final do dia seguinte (domingo 30-11), na praça: o espetáculo musical Doce Natal, da Sociedade Música pela Música. A série de eventos continuará por 30 dias, até o último domingo de 2014 (28-12).

Na quinta 4 de dezembro, é a vez do Concerto de Natal do Conservatório de Música, na Biblioteca Pública, às 19h30. Esta casa da UFPel propõe um novo projeto de extensão: apresentar músicas natalinas, de autores eruditos e populares, no propício clima de paz e esperança que se vive em dezembro.

Na mesma noite (4-12) às 21h, estreia no Largo do Mercado o espetáculo de teatro e dança Doce Natal, encenando uma história natalina de forma divertida e fantasiosa, com uma linguagem metafórica e atual. O espetáculo será reapresentado no sábado 6, quinta 11, sábado 13, sábado 20, domingo 21 e segunda 22 de dezembro, em mesmo horário e lugar.

Sexta 5 de dezembro, haverá dois espetáculos simultâneos às 21h:
Há dias, foi montada no Largo Edmar Fetter
uma árvore mais alta que as torres do Mercado. 
  • Kleiton e Kledir trazem ao Teatro Guarani suas canções em versão acústica (ingressos antecipados),
  • por outro lado, o Papai Noel inicia sua chegada com um passeio desde o Asilo de Mendigos até o Mercado Público, onde o prefeito Eduardo Leite lhe entregará as chaves da cidade.
    Cada anoitecer, do sábado 6 ao domingo 21 de dezembro, o Bom Velhinho e sua comitiva receberão crianças e adultos, ante uma árvore iluminada de 15 metros, no largo do Mercado (dir.).
Domingo 7 de dezembro, a Companhia da Dança apresenta seu show anual de professores e alunos, no Teatro Guarani, às 21h (ingressos na escola, rua Quinze 755). No mesmo dia e hora, na Catedral católica, outro espetáculo da Sociedade Música pela Música, fazendo parte do ciclo de música sinfônica SESI Catedrais. Por serem em recintos fechados, este dois eventos podem não estar inseridos no programa do "Pelotas Doce Natal", mas estão no mesmo espírito de animar a doçura natalina.

O lago da praça foi um espelho para um presépio iluminado, com o fundo de edifícios (foto de 2013).
Fotos: Divulgação CDL, Prefeitura (3)

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cachoeira do Arco-Íris

A produtora de turismo rural Andréa Chies apresenta a Cachoeira do Arco-Íris, sítio aberto aos turistas desde 1973, um dos pontos turísticos mais antigos da zona colonial de Pelotas, situada na Serra dos Tapes. O espaço administrado por Luciano Weege da Cruz permite desfrutar de uma cachoeira e duas piscinas naturais, dentro do Arroio Bonito, além de visitação a um antigo moinho, desativado em 1959, área para camping e uso de churrasqueiras, por uma taxa de entrada (v. informações da Rota Colonial de Pelotas). A ideia é tomar contato com a natureza pura, especialmente no verão. Proíbe-se o uso de aparelhos de som.

Os proprietários que abriram o sítio ao turismo há 40 anos foram Leopoldo Weege e Hilda Einhardt Weege. A localização é no 8º Distrito de Pelotas (Rincão da Cruz), na área conhecida como Colônia Maciel, e o acesso é pela BR-392 (leia comentário no blogue da turismóloga pelotense Lika Weymar).

domingo, 2 de novembro de 2014

Sítio Sonho Meu

Sítio Sonho Meu, em Morro Redondo, é o segundo ponto do roteiro de turismo rural "Morro de Amores".
A menos de uma hora de Pelotas por estrada asfaltada, o Sítio Sonho Meu, no município de Morro Redondo, tem local propício para inserção total com a natureza. Um dos atrativos do sítio é uma trilha inspirada na oração de São Francisco de Assis ("Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz").

A vida nas zonas urbanas gera tal agitação e estresse no dia-a-dia que a população busca opções de tranquilidade e saúde mental nas zonas afastadas, como as praias, o campo e as montanhas. Os atuais roteiros turísticos tentam atender a essa demanda, sendo que em território pelotense já se estruturou uma Rota Colonial, com mais de uma dúzia de pontos de visitação.

Por outro lado, no Morro Redondo, antigo distrito de Pelotas, está se construindo o roteiro denominado "Morro de Amores". De acordo à reportagem do Jornal Tradição, parcialmente transcrita abaixo, o primeiro ponto foi o Café Paiol, no Rincão da Caneleira. O segundo foi o Sítio Sonho Meu, situado na Colônia Cachoeira (v. a reportagem do Morro Redondo Online).

Mesa de café colonial no Sítio Sonho Meu
Este ano será incluída uma terceira opção no roteiro, a Cantina de Vinhos Nardello, que já pertencia ao roteiro colonial de Pelotas, mesmo estando na Colônia São Domingo, Morro Redondo (v. nota do Consumidor RS). Em 2015 o projeto Morro de Amores seguirá crescendo, com mais quatro pontos turísticos.

Sítio Sonho Meu

“Agora não é mais meu, é nosso”. Com esta frase, o professor aposentado Cilon Rodriguez, dono do empreendimento, abriu as portas do local, terça passada (28-10). Ele lecionou por 36 anos Teorias da Comunicação no curso de Jornalismo da UCPel, e adotou Morro Redondo como lar.

Após uns anos morando ali, considerou um desperdício não dividir a bela paisagem de seu sítio com as demais pessoas. Deste modo, entrou para o projeto turístico, feito com o município em parceria com o SEBRAE, que deseja criar o roteiro Morro de Amores.

No Sítio Sonho Meu, os visitantes encontram almoço e café colonial. A propriedade atende grupos fechados, com o mínimo de 20 pessoas e o máximo de 70 pessoas, ao valor de R$ 30 por pessoa. Há dois cardápios de almoço (galeto e feijoada) e um terceiro cardápio de café colonial.

Na porta do Sonho Meu, um painel manda que as pessoas deixem seus “bodes” amarrados ali, em uma brincadeira para que os problemas sejam esquecidos durante a estadia no Sítio.

Na visita, os turistas também encontrarão uma trilha, de cerca de um quilômetro, dividida em 15 partes, baseadas nas 15 estrofes da oração de São Francisco de Assis. A peregrinação e a oração servem como alívio de tensões físicas e mentais, exercício de meditação, e como um retiro espiritual para transformar a vida.

Em outro ambiente dentro da propriedade, os turistas encontram artesanatos inspirados na cultura alemã. Os materiais são feitos, por exemplo, em palhas de bananeiras, e em breve também haverá trabalhos em crochê e com couro dos curtumes localizados no próprio município.

Segundo uma das artesãs, Elizabete Volz, o grupo hoje conta com nove pessoas, mas a expectativa é de aumentar este número, para conseguir atender a todos os empreendimentos do roteiro turístico Morro de Amores. Os artesanatos se inspiram, sobretudo, na arquitetura alemã.
Fotos: Tradição Regional e Facebook (2)

POST DATA
7-11-14
Imagens aéreas da Rota Morro de Amores: Pousada da Cachoeira, Sìtio Sonho Meu, Café Paiol e Vinhos Nardello (Fly Camera Pelotas e Rastro Selvagem).

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dados sobre história do turismo em Pelotas

O Diário da Manhã impresso desta quarta (19-3) publicou na página de Opinião a breve nota: "Modesta contribuição à História do Turismo no Município de Pelotas", de Samir Curi Hallal, ex-presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Pelotas. 

São apontamentos mínimos sobre as duas grandes festas baseadas nas riquezas da cidade, os quais sugerem aprofundar a pesquisa histórica e ampliar a promoção do turismo na relação entre empresários e governantes. Ao texto original do DM acrescentei títulos e colchetes.

Em 2010, o sr. Samir, dono do Curi Palace Hotel, foi homenageado com o título de Embaixador da 18ª Fenadoce e comentou que gostaria de reativar a Fenapêssego (v. notícia). Foi durante a 1ª Fenapêssego que surgiu a ideia de fazer uma feira dedicada somente ao doce, segundo o autor do texto.

Abaixo da transcrição desta nota, confira o vídeo de apresentação da 20ª Fenadoce (2012), com relatos de como a festa nasceu nos anos 80. Confira outros comentários históricos no post Corte da FENADOCE 2012. 


O pêssego
  • Nas décadas de 1950, 1960 e parte de 1970, realizávamos a Festa do Pêssego em diversas localidades da zona colonial do município de Pelotas (Bachini, Ponte Cordeiro de Farias, Arroio do Padre, Morro Redondo). A última edição da Festa do Pêssego na Colônia de Pelotas foi na Cascata, organizada por Salma Costa, com direito a carro alegórico.
Fenadoce 2014 lembrou o pêssego da região.
  • Foi no governo do professor Francisco Louzada Alves da Fonseca (Chiquinho), Prefeito de Pelotas [1969-1972], que se concebeu e planejou a 1ª Festa Nacional do Pêssego (Fenapêssego), mas quem a executou foi o Governo Ari Rodrigues Alcântara [1973-1976], em dezembro de 1973, nos pavilhões da Associação Rural de Pelotas (presidente Geraldo Bertoldi).
  • Todos os governos municipais dos anos 50, 60 e 70 contribuíram positivamente para a bela História da Cultura do Pêssego na região de Pelotas (Adolfo Fetter, Mário Meneghetti, João Carlos Gastal, Edmar Fetter, Francisco L. A. da Fonseca, Ari Alcântara, Irajá Andara Rodrigues, Anselmo Rodrigues, Bernardo Souza, Fernando Marroni e Fetter Júnior).
  • Pelotas já foi considerada a Capital do Pêssego.
Os doces
  • De 1982 a 1985 realizamos [Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes em parceria com o Senac/Pelotas] os Festivais do Doce de Pelotas.
    [Foi de 82 a 84, segundo o blogue O Ponto do Doce].
  • Em janeiro de 1986, implementamos no Laranjal a 1ª edição da Fenadoce (Festa Nacional do Doce), governo Dr. Bernardo Olavo Gomes de Souza [1983-1986].
  • Em todos estes eventos o Conselho Municipal de Turismo de Pelotas teve participação importante.
  • De 4 a 22 de junho de 2014, será realizada a 22ª edição da Fenadoce, no Centro de Eventos de Pelotas.
Samir Curi Hallal
Transcrito do jornal Diário da Manhã de 19-3-2014




Imagens: Capão do Leão (1), IHGPel (2)

POST DATA
25-09-14
Diário da Manhã de hoje publicou, na seção de leitores (p. 4), a nota "História da Cultura do Pêssego na Região de Pelotas", do mesmo autor, com dados adicionais, acrescentados no texto acima entre parênteses.
Leia a nota do Globo Rural O novo pêssego e a matéria do IHGPel A cultura do pêssego em Pelotas.

sábado, 8 de março de 2014

Cidade resgatou seus bondes e os fez atração turística


A cidade de Santos (SP), que foi elevada à condição de Vila em 1568, iniciou um serviço de bondes de tração animal em 1871, o segundo mais antigo do país (após o Rio de Janeiro, 1856). Em 1909 chegaram os bondes elétricos, e em 28 de fevereiro de 1971 circulou o último, deixando saudades. A cidade tem o maior porto da América Latina, com população atual estimada em 433 mil habitantes (v. Wikipédia)

A partir do ano 2000, o Projeto Alegra Centro, Programa de Revitalização e Desenvolvimento da Região Central Histórica de Santos, começou a recuperação do centro histórico, tendo em vista o desenvolvimento de toda a cidade. Voltaram a ser usados antigos bondes, unindo tecnologia moderna com a experiência de antigos funcionários. O primeiro foi um bonde turístico, e fazia um percurso de 1700 metros, utilizado no carnaval como trio elétrico com atores caracterizados; em 2009, para o centenário do primeiro bonde elétrico em Santos, já havia 4 bondes andando por vias de 5 km (v. notícia).

Em Niterói (RJ) subsistem antigos trilhos.
A ideia foi executada por diversos prefeitos desde 1997, ajudando a reconstruir também a memória e o patrimônio imaterial da cidade. Santos é a única cidade brasileira que fez os bondes renascerem como serviço de transporte urbano.

Um dos efeitos da Segunda Guerra Mundial nos países americanos foi a decadência dos bondes, cuja manutenção se dificultou; o desenvolvimento exigiu maiores velocidades, e mais flexibilidade e variedade dos percursos, facilitando o uso de veículos com motores a explosão, como carros, ônibus e motocicletas (de empresas que os desenvolveram para a guerra).

O professor Christopher Snell explica que uma conspiração entre empresas (General Motors, Firestone e duas petroleiras) determinou a morte dos bondes elétricos nos Estados Unidos, nos anos 40 (vídeo em inglês). Em algumas cidades norte-americanas, do Japão e da Europa hoje circulam bondes e ônibus de modo integrado (procurar vídeos por "electric streetcar").

Veja a pesquisa O bonde através do tempo (vídeo de 10 min) e uma história  completa dos bondes em Porto Alegre. Na cidade de Rio Grande, houve serviço de bondes elétricos de 1912 a 1967. Em Pelotas, os veículos circularam de 1915 a 1955; permaneceram os trilhos, à espera de melhores tempos, mas o asfalto cobriu a maioria das antigas ruas de paralelepípedos.


Foto: Wikipédia

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

6 postais para o patrimônio histórico

60 mil cartões postais foram distribuídos nos locais participantes do Dia do Patrimônio, neste fim de semana (17-18). As seis imagens, que representam as diferentes formas de patrimônio material e imaterial, foram divulgadas sexta no sítio da Prefeitura (v. notícia).

A programação total, atualizada até sexta (16), ainda pode ser acessada no blogue do Dia do Patrimônio. Foram cerca de cem atividades em dois dias, e as mais aceitas pelo público pelotense foram as visitas guiadas em prédios e locais históricos, pela sua riqueza cultural e pela falta de informação na mídia e nos currículos escolares.


Mercado Central.
Construção edificada pelo arquiteto Roberto Offer em 1850. Sofreu transformações em sua composição original, após a reforma de 1911 e o incêndio de 1969. Possui uma torre com relógio e o farol de ferro que foram importados de Hamburgo (Alemanha).

Zoólito de tubarão.

Foi encontrado próximo à Lagoa do Fragata, e representa um tubarão. Foi produzido pelos grupos indígenas que ocupavam a região, possivelmente com uma função ritualística (v. definição do Museu Nacional da UFRJ).
Este zoólito faz parte do patrimônio arqueológico da cidade de Pelotas e atualmente encontra-se no acervo do LEPAARQ da UFPel.
Um zoólite é um animal ou parte de animal petrificado ou fossilizado. Um zoólito é um artefato de pedra com forma de animal (v. Wikipedia em espanhol).

Teatro Sete de Abril.

Inaugurado em 1834, um dos mais significativos documentos existentes de uma época de grande desenvolvimento econômico. Foi palco de muitos acontecimentos da vida cultural. O projeto do Sete de Abril, em estilo renascentista, teve como autor o engenheiro Eduardo Kreschmar.


Doces de Pelotas.

A tradição doceira de Pelotas está vinculada ao crescimento econômico das charqueadas, que proporcionou um desenvolvimento de hábitos europeus na cidade.
A produção dos doces conta com a contribuição de diferentes etnias: africana, portuguesa, alemã, italiana, pomerana e francesa.


Arroio Pelotas, patrimônio natural, e a Travessia da Pelota.

A pelota era uma embarcação de couro utilizada para a travessia de pessoas e mercadorias através da água.
No livro "Viagem pitoresca e histórica ao Brasil” (1835) Jean-Baptiste Debret já a descreveu como sendo de uso corrente no sul do país, na região das charqueadas. Desde o bicentenário da cidade o Parque Gaúcho de Gramado promove a Travessia Cultural no arroio Pelotas.


Regional Avendano Júnior, patrimônio musical de Pelotas.

O legado de Avendano Júnior como intérprete perdura e suas composições inéditas ainda serão gravadas e divulgadas, como é o caso de "Liberdade", choro em homenagem ao bar onde tocou desde os anos 70 (esta frase do postal foi tomada literalmente do post em que noticiei a morte de Avendano em 2012).

Joaquim Assumpção Avendano Júnior e seu Regional receberam o título de Instituição Emérita pelos relevantes serviços prestados à cultura pelotense.
Texto e fotos: ASCOM

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Turismo rural trilha "Caminho Pomerano"

A TerraSul Turismo é uma agência que promove o conhecimento cultural da Zona Sul, fazendo passeios pela região, pelo centro urbano e pelos distritos de Pelotas.

Dirigida há 19 anos por Andrea Chies e Josette Pereira, guias de turismo, a empresa também leva clientes gaúchos a viagens nacionais e internacionais, e promove o Turismo Receptivo, destinado a facilitar a vinda a nossa região de visitantes de outros lugares.

Nascida para que os pelotenses acreditem no valor histórico e nas belezas geográficas de sua cidade, a TerraSul segue o passeio "Do Sal ao Açúcar", o "Palmilhar Centro Histórico", a Rota das Charqueadas e mais 5 roteiros locais e 10 regionais.

Entre estes últimos, foi criado recentemente o Caminho Pomerano, uma jornada de meio dia entre Pelotas e São Lourenço do Sul que resgata a cultura da Pomerânia, antiga região europeia de onde vieram imigrantes no século XIX.
A próxima saída é este domingo (22) às 8h30min, com destino ao interior de São Lourenço. Pela manhã conta-se a história do Casamento Pomerano (foto inferior), visita-se as zonas rurais do Boqueirão e a Coxilha do Barão, onde se produzem queijos, linguiças e peito de ganso defumado. A aventura termina ao entardecer, com visita ao Museu Pomerano e o buffet colonial no Jeske Café (foto superior).
Todo o Caminho Pomerano custa R$ 125 por pessoa (preço à vista), sem incluir bebidas. A saída de cada miniônibus requer o mínimo de 22 passageiros inscritos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pêssegos em calda nos 200 anos

A ICALDA fabricou uma edição limitada das Conservas Cantarelli para presentear aos clientes e homenagear os 200 anos de Pelotas. A cidade é considerada como a maior produtora de pêssegos no Brasil e os produtores locais estão em busca da Indicação de Procedência Geográfica para os "pêssegos de Pelotas", pelo menos desde 2009 (veja nota de 2011).

O projeto para destacar o bicentenário e a produção de frutas foi idealizado pela artista plástica Maria Medeiros, incluindo a criação de um rótulo especial para as latas, com fotografia de Norma Alves.

A imagem mostra um aspecto do Mercado Público, hoje em processo de reforma. A renovação total do antigo prédio, iniciada há três anos, era outro dos presentes para os 200 anos e já se encontra em sua etapa final.

A edição especial destas conservas foi apresentada nesta quinta à noite (21), no centro comercial Zona Norte, aos visitantes da nova exposição de fotografias da Galeria Mirar, que também homenageia o aniversário de Pelotas.
Fotos de F. A. Vidal

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Vídeo para uma cidade de 200 anos

Um vídeo de promoção turística de Pelotas foi realizado este ano pela In Cena Produtora, para a Prefeitura Municipal, sob o motivo da celebração do bicentenário da Freguesia de São Francisco de Paula. Nos créditos, a direção de Miguel Watanabe e Alberto Alda, produção de Simone Langie, câmera de Felipe Campal, locução Start Studio, edição e finalização de Vladi B. Vargas.

Com dois séculos, a cidade ainda é uma criança com muito por viver e crescer: representando essa ideia, a menina Alice Farias Ávila, de 5 anos, convence com sua simpatia natural (ganhou o Top Mirim em dezembro de 2010; veja nota). Nas imagens aparecem, em breves segundos, as vivências mais fortes dos pelotenses, como uma tarde de vento no Laranjal, o chafariz da Praça Coronel Pedro Osório, uma estrada rural, passeios pela Fenadoce. Belos lugares, belas pessoas, belos projetos por realizar... vale a pena conhecer Pelotas, pois iremos nos apaixonar.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Blitz do Doce

A Blitz do Doce é uma parceria entre o curso de Turismo da UCPel (veja notícia) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (nota da Prefeitura). Em vez de ser detidos por algum motivo relacionado ao trânsito, os motoristas recebem um doce de presente, desta vez por alusão à Semana do Turismo.
Foto: Nauro Jr

domingo, 7 de agosto de 2011

Feira da Serra Gaúcha 2011

Em seu terceiro ano, transcorre de 5 a 14 de agosto a Feira da Serra Gaúcha, um evento comercial pelotense que aproveita o tempo frio para a venda de roupas adequadas à estação.

Segundo ocorreu em 2009 por primeira vez (veja o post), cerca de 50 pequenos lojistas oferecem confecções, sapatos, artesanato, vinhos, queijos e salames, tudo muito apropriado ao inverno.

A Feira é realizada no ginásio Primeiro de Maio (Av. Fernando Osório 964), defronte à praça do mesmo nome (onde se situa o conhecido monumento Ao Colono). Aberta das 14 às 21h.
Foto: F. A. Vidal

POST DATA
29-03-13
A Feira da Serra Gaúcha anuncia sua presença em Pelotas de 1 a 12 de maio de 2013, no mesmo local e horário de funcionamento.
11-08-13
Os intensos frios de agosto trouxeram a Feira por segunda vez este ano a Pelotas, da sexta 2 ao domingo 11.
4-05-14

Retorna a tradicional Feira da quinta 1 ao domingo 11 de maio.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Piquenique cultural na Baronesa

O domingo passado (20) foi um dia de sol em Pelotas, bastante adequado para atividades ao ar livre. Clima ideal para que o 3º Piquenique Cultural fosse um sucesso, pois tudo estava planejado para haver muita gente disposta ao encontro, no relax das férias.
O projeto foi lançado em outubro de 2010, na Praça Coronel Pedro Osório, e foi reeditado em novembro, no parque do entorno da Rodoviária. O 3º piquenique seria em dezembro no Parque da Baronesa, mas foi impedido pela chuva, e toda a organização teve que ser reformulada.
Os piqueniques culturais buscam o encontro comunitário diurno em torno à criatividade popular, em praças e parques da cidade. São reunidos parceiros que oferecem serviços e espetáculos, para que as pessoas vivam de modo positivo suas vinculações e seu lado criador e de lazer.
A iniciativa nasceu como uma derivação do fechamento da Casa do Joquim; esse projeto durou pouco mais de um ano como casa de cultura para exposições e palestras durante o dia e shows entre 19h e meia-noite.
Os mesmos objetivos foram redirecionados com imaginação, e tiveram ainda maior apoio, somente com as dificuldades climáticas (que em Pelotas não são poucas, mas são menores que as burocráticas).

O piquenique cultural na Baronesa trouxe cerca de vinte atrações, entre elas as seguintes:
  • uma exposição de fotos de Adriane Santi (acima),
  • um documentário da mesma Adriane, com bate-papo,
  • oficina de nanquim com Janete Flores,
  • coreografia para crianças com Brenda Furtado,
  • percussão e canto dos Anjos e Querubins,
  • Rádio Poste com Paulo Celente,
  • Feira ao Quadrado,
  • poemas urbanos com Daniel Moreira,
  • roda de grávidas com Isane D'Ávila,
  • feira de adoção de filhotes (dir.).
O Diário Popular, que iniciou há dois anos um tipo parecido de feiras populares com o nome de Estação DP, deu um inédito apoio jornalístico ao Piquenique Cultural, publicando uma crônica após o evento, com uma foto muito emblemática do espírito familiar da iniciativa (o inédito é que o jornal dá cobertura posterior a pouquíssimas atividades culturais).
A matéria de André Amaral terminava assim (leia completa):
Preparados com uma toalha e uma cesta repleta de gostosuras, Diego da Luz, Márcia Espig e Carolina Tecchio chegaram acompanhados da pequena Rafaela.
Eles reconhecem a qualidade do espaço e acreditam que a realização deste tipo de evento proporciona ainda mais segurança aos que frequentam o local.
“A iniciativa acaba se tornando um programa muito bom”, opinou Diego
Fotos: Piquenique, Beatriz Rodrigues (3), Marcel Ávila (DP)
POST DATA (28 fev) Veja nos comentários um esclarecimento sobre a história e os objetivos do Piquenique Cultural.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Preservamos os prédios mas os tapamos com fios

Esta é uma imagem que não deveria ser publicada, se quiséssemos valorizar nossa cidade e os visitantes que por ela se interessam. Todo fotógrafo, do mais especializado ao menos profissional, busca um registro do melhor ângulo, de modo a ter uma lembrança para si ou para outros, para quem já conhece Pelotas ou para quem pode vir a conhecê-la.

No entanto, é somente fazendo uma denúncia explícita que as autoridades e o público podem dar-se conta de uma de nossas falhas. A popular "igreja cabeluda" é nosso cartão turístico mais emblemático, cujos coloridos muitas pessoas observam segundo a estação do ano. Mas, ainda que o céu azul colabore, não é nada fácil ter esse souvenir visual do ângulo certo para que nenhum fio de eletricidade apareça.

Esta fotografia do centenário templo anglicano não foi rebuscada para mostrar o seu lado feio. Ao contrário, é essa a visão que se tem da calçada oposta. Melhores imagens podem ser tomadas do meio da rua - mas sob perigo de atropelamento - ou desde algum edifício próximo.

Este problema se repete por todo o centro histórico de Pelotas, justamente o lugar de maior interesse turístico e onde a fiação elétrica também se encontra num estado histórico, da época em que as casas com eletricidade ainda eram minoria.
Foto de F. A. Vidal

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Rodoviária ganha luzes natalinas

Segundo informação oficial (leia nota), a Prefeitura terminou de instalar ontem (6) decoração natalina no interior do terminal rodoviário. A novidade este ano são duas grandes árvores de luzes no exterior: uma no terraço (5m de altura) e outra numa ilhota do lago (6m de diâmetro por 7m de altura). O reflexo na água origina, somente à noite, uma terceira formação luminosa, que principalmente os motoristas percebem, não quem está na Rodoviária.

Três décadas depois de construído, o modernoso prédio ainda não é plenamente aceito pelos pelotenses, especialmente por encontrar-se num terreno alagadiço, na várzea do Arroio Santa Bárbara. Mas quem lembra o velho paradouro de ônibus na Rua Marechal Deodoro só dá graças por este grande terminal, já desgastado pelo nosso desprezo e desleixo cidadão. Lago com peixes e aves, praça com brinquedos, luzes natalinas, lancherias, um ponto oficial de informações turísticas e até uma galeria com lojas... nada ainda conseguiu que a população entenda que Pelotas é um lugar bom pra se fazer turismo.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Salão Mundial do Artesanato volta a Pelotas

Os organizadores do 10º Salão Mundial do Artesanato se surpreenderam com o grande público que compareceu em setembro passado ao Centro de Eventos (leia nota).

Os planos da Artury Empreendimentos eram inicialmente voltar a Pelotas em 2011 - pois não costumam visitar cidades do interior mais de uma vez por ano - mas depois dos bons resultados daquela primeira visita (umas 30 mil pessoas) eles estão rompendo a regra e agora esperam chegar a 40 mil visitantes, pois a época de Natal favorece as compras.

Tudo isso indica que Pelotas tem público do tipo de uma capital, numeroso e interessado em coisas boas e variadas, o que vale muito para as iniciativas comerciais, como seria a de um shopping center. No entanto, quando houver um aqui, as feiras como esta seguirão sendo visitadas, como a Fenadoce e a Feira do Livro também são visitadas por um público que pode não comprar mas deseja se encontrar, conversar, informar-se do mundo (cultura é conhecer sobre o alheio e o diferente, ir além do próprio nariz).

Inovações que estavam pensadas para 2011 eram uma oficina de artesanato e uma de produção de doces, com doceiros vindos de Portugal. De fato, nesta edição da feira já há um estande com doces feitos por portugueses (radicados no Estado de São Paulo), a R$ 5 cada um.

Uma das propostas da organização é "integrar a cultura de várias partes do mundo com o artesanato e a história local", segundo nota de divulgação da feira de setembro. Foi aquele assessor de imprensa que forneceu as fotos desta nota. Em cada cidade é contratada uma nova assessoria de comunicação, o que gera mudanças nas políticas de publicidade e de divulgação à imprensa.

Na foto acima, o artesão Aiaz, que vende tapetes feitos à mão. Desde 2004, divide a vida entre o Brasil e seu país de origem, o Paquistão.

Os doces egípcios tiveram grande saída em Pelotas (dir.), lugar onde se conhece a boa qualidade de quitutes; por isso o interesse comercial de trazer a Pelotas doces portugueses. O encontro cultural não só facilitará as vendas mas também a comunicação internacional e a criatividade dos pelotenses.

Outra vantagem do Salão de Artesanato para Pelotas é que movimenta a economia local, pois os expositores usam hotéis e restaurantes da cidade. Além disso, é contratada cerca de uma centena de pessoas daqui para diversos serviços. Também há expositores pelotenses.

Nesta feira de fim de ano (que vai até o domingo 12 de dezembro), há dois estandes de alimentação para favorecer a permanência dos clientes (na anterior não havia). O ingresso ainda custa R$ 5, para pessoas entre 12 e 65 anos (fora desses limites, é grátis). A hora de fechamento foi ampliada até 21h30min. O Centro de Eventos fica defronte ao monumento ao Sentinela Farroupilha, entre o IF Sul e o Arroio Santa Bárbara.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Turismo faz curso para taxistas

O curso de Tecnologia em Gestão de Turismo da UCPel começou a realizar cursos dirigidos a grupos e profissões de atendimento ao turista.

Consultores do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em parceria com a Universidade, estruturaram 16h de aulas com os conteúdos seguintes: “A importância do turista na economia”, “Hospitalidade”, “Atendimento ao turista” e “Estrutura turística receptiva”. Em novembro passado, a consultora Penélope Barp falou sobre esses temas aos futuros turismólogos (veja notícia).

O objetivo é que os profissionais do turismo dominem esses conteúdos, depois os diversos segmentos possam fazer um bom atendimento ao turista e, finalmente, busca-se que todos os habitantes saibam informar sobre os atrativos da cidade.

Entende-se que é mais importante desenvolver as atitudes adequadas ao atender (calidez pessoal), e secundariamente conhecer as muitas informações a ser transmitidas (cultura enciclopédica). Mas também é essencial que o morador valorize sua cidade e a considere digna de interesse ou até de estudo.

Na próxima semana (terça 7 e quarta 8, das 8h às 19h), o foco do curso será direcionado para taxistas, um grupo que tem direto contato com o público visitante. Outros segmentos serão atendidos futuramente, como garçons, guias, policiais e guardas, frentistas de postos, recepcionistas de hotéis. As inscrições estão abertas e são gratuitas (fone 8412 7102).

POST DATA (9-12):

O curso não foi realizado dia 7, por falta de interessados.
No dia 8 à noite, o Diário Popular informou que as aulas foram feitas no Sindicato dos Taxistas, com baixa adesão (
leia). Sem que a matéria mencionasse o número de alunos, a foto de Marcel Ávila mostra somente dois (dir.).
Os encarregados mostraram sua preocupação pela falta de interesse, apesar da publicidade.

Foto UCPel (1) e DP (2)

domingo, 28 de novembro de 2010

UCPel ajuda a relaxar a tensão de vestibulandos

Quase quatro mil inscritos no vestibular da UCPel prestaram exames neste domingo (28) das 8h às 13h. De modo especial, o serviço de comunicação da Universidade emitiu matéria em seu portal (leia), que, normalmente, funciona de segunda a sexta.

Um dos pontos interessantes é que se planejou um passeio turístico pela cidade, oferecido a familiares e acompanhantes de vestibulandos, sob prévia inscrição (leia notícia de sexta 26).

É costumeiro que candidatos de outras cidades sejam acompanhados por pais e irmãos, com a boa intenção de dar força moral e diminuir o nervosismo. A tensão às vezes pode ser tanta - no vestibulando como nos familiares (uns contendo os outros) - que estes ficam precisando de alguma descontração, durante a prova. A ideia de relaxar passeando pela cidade veio como uma luva, atendendo vários objetivos ao mesmo tempo.

No roteiro de uma hora, a Praia do Laranjal e o centro histórico de Pelotas (Praça Osório e Catedral). Na orientação informativa, um aluno do curso de Tecnologia em Gestão de Turismo.

Na reportagem de hoje, é entrevistada a família da porto-alegrense Juliana Pasternak, candidata à Medicina, o curso mais difícil (22 por vaga). Pai, mãe e irmã nunca tinham vindo a Pelotas e gostaram muito do passeio. A tensão foi esquecida, mas, no fim da manhã, já não seria a mesma, ficando equilibrada com um otimismo que pôde ser transmitido à vestibulanda.

Se o esperado sucesso não vier desta vez, uma nova tentativa será vista com bons olhos, pois a cidade ficou sendo percebida como acolhedora, um lugar onde vale a pena viver. Muitos pelotenses, em seu afã por reclamar (herança de uma classe alta em decadência), não entendem como negativo que as mais bem fundadas críticas possam afastar parte dos visitantes - inclusive os que gostam de Pelotas - e gerar assim mais motivos para as lamentações.

A lista dos aprovados será divulgada quinta-feira (2), às 20h.
Fotos: UCPel

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Casarão nº 6, restaurado e aberto para visitação

Esta noite foi reaberto à visitação o assim chamado Casarão nº 6, um dos importantes prédios do século XIX remanescentes no centro histórico de Pelotas. Perto das 17h, o trânsito foi fechado no setor da Praça Osório pela Félix da Cunha, fronteiro aos prédios da numeração par. A ideia era mesmo chamar a atenção dos pelotenses, e mostrar em grande estilo a importância deste novo ponto turístico.
O anúncio era para as 19h, mas o horário havia sido pensado no inverno, daí certo atraso. Sem grandes solenidades, o antigo casarão foi aberto para o numeroso público, que com grande curiosidade ocupou todos os espaços interiores, dos porões até o torreão, da fachada até o pátio traseiro que sai à Gonçalves Chaves.
Na foto à esquerda, o pátio central, cheio de visitantes. À direita, o mesmo ponto desde outro ângulo, à vista uma janela do piso superior, o terraço e o acesso aos porões, onde somente se pode andar agachado.
Utilizado como sede da Secretaria Municipal de Cultura até 2005, o palacete havia sido tombado como patrimônio nacional e fechado para restauração. Já não será sede de escritórios (como passou a sê-lo o vizinho Casarão nº 2, atual sede da SeCult); a intenção da autoridade atual é usá-lo como um museu dedicado à história pelotense, que comporte os principais segmentos da cultura local.
Numa primeira fase, será uma atração histórica a ser visitada com guias. Desde esta quinta (4), a população poderá entrar e receber explicações, nos horários de atendimento normais e - durante a Feira do Livro, até 15 de novembro - também nos fins de semana (informações na SeCult).
Um quarteto colocou o fundo musical ao vivo (esq.), com trechos populares em piano, flauta e violão. Um coquetel foi servido a partir das 21h no pátio do prédio vizinho, o Casarão nº 2.
Pertencente à UFPel desde o ano passado, o casarão nº 8 (na esquina com a Rua Barão de Butuí, seguindo a numeração da Praça Osório) ainda está em obras, e não se sabe quando estará em funcionamento de novo. Os três prédios formam um conjunto arquitetônico neorrenascentista que, quanto ao tamanho e à preservação, é tido como singular em toda a América Latina (leia descrição).

Fotos: R. Botelho (veja mais) e F. A. Vidal

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Pelotas foi citada na Globo como ponto turístico

Quadro Tô de Folga da TV Globo mostrou, dia 22 passado, nota sobre Pelotas e seus pontos turísticos. O título da matéria é Pelotas guarda tesouros da história do Brasil (veja no sítio do Jornal Hoje).