Este sábado (12) ao amanhecer, o morador do Laranjal levantou-se cedo para admirar o panorama exclusivo de sua rua sobre a figueira e a Lagoa dos Patos. Fotografou-a e a compartilhou no Facebook com quem não tem a mesma sorte. Uma rua sem ladrilhos nem brilhantes, mas com o sabor e a magia dos símbolos como personagens ocultos... a árvore na frente do sol, a luz ainda fraca, as fantasias e projetos, as laranjas míticas em volta.Ao fundo o dia que raia, atrás de nós a noite que retrocede, e no meio do caminho esta passagem entre os dois mundos, que lembra a comunicação entre o ambiente intrauterino dos sonhos e a vida real dos desafios e das frustrantes esperas. É gostoso passar a noite na cama quentinha, mas também é motivador ir olhar essa luz que convida a explorar as infinitas opções de criatividade do mundo exterior.
Foto: Rafael Andreazza















O Festival Manuel Padeiro, desde sua primeira edição, é cercado de sincronicidades fantásticas, mas também de adversidades que fazem de sua produção um verdadeiro teste de resistência. Produzir arte e cultura não é nada fácil... Dependemos de uma série de apoios e de trabalho constante para que possamos garantir um evento bonito, feito com amor, que é a forma com que a gente trabalha.






