

Em caminho autodidático, Esther cultiva flores como hortências e girassóis, e as representa incansavelmente nos quadros. Ela observa a singularidade de cada flor, detendo-se na delicadeza das pétalas, e com esmero pinta aspectos tão detalhados como as colorações únicas e as texturas de superfície.
Apesar da notória diferença de conteúdo nas obras, é possível notar semelhanças no modo de pensamento e de trabalho das irmãs artistas. O jeito suave de aplicar a tinta e o interesse por temas naturais e ingênuos são fatores de aproximação entre as duas. Deborah desenvolveu mais a capacidade de explorar mudanças técnicas e de expressar sentimentos profundos, o que provavelmente influiu no processo pessoal e artístico de Esther.
Imagens: Completa Comunicação

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