
O sucesso foi pleno quanto à programação e quanto aos convidados: além de familiares, admiradoras e colaboradores e colunistas do Amigos de Pelotas (alguns deles na foto abaixo), chegaram figuras públicas e colunáveis, que são fãs do blogue que Rubens dirige - como o vereador Eduardo Macluf, o reitor do IFSul, Antônio Brod, o presidente do Conselho de Cultura Henrique Pires e o empresário farmacêutico Beto Moura.
Também esteve presente um grupo de jovens do Grupo Tholl, emprestando à reunião sua beleza e graça e dando à noite um ar artístico, histriônico e, claro, pelotense.
Uma caixa com balinhas de hortelã reais - não virtuais - esteve à disposição dos amigos de Pelotas presentes, aludindo com bom-humor ao nome do livro, que foi sugerido por um leitor, segundo comentei num post anterior (leia). Os textos pretendem ser suavemente amargos e refrescantes, como a vida, que nunca é 100% doce, nem angustiante.

Já houve colunistas mulheres no blogue, mas todas elas saíram ou mantêm certa distância, ou estiveram em recesso, apesar da vontade de Rubens de fazer um veículo variado, para todos os interesses. Inevitavelmente, um jornal é a cara de seus editores ou donos, sendo normal e desejável a segmentação dos leitores. A objetividade total nunca é possível, mesmo que se mantenha como um princípio ou um estilo predominante.

Seu próximo passo é publicar um livro sobre esta experiência, a ser lançado em 7 de novembro, na Feira do Livro. Desta vez - com os doze colunistas representados no texto (questão de química) - a mensagem será menos amarga e os efeitos, mais refrescantes.
Fotos de F. A. Vidal
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