

Além do peculiar estado de umidade, os reflexos na água contrastavam com uma difusa luminosidade no céu, normal para um pôr-do-sol mas estranha para um entardecer chuvoso. O azul não era do típico céu sem nuvens, mas de uma nebulosidade tão alta que refletia algo dos últimos raios do dia.
Foram esses raios que formaram um notório arco-íris ao leste, visível por alguns minutos até que a noite finalmente se impôs.
A curva luminosa natural fez uma bela composição com o edifício Everest (abaixo).
Da parte alta da Barão de Butuí (dir.) uma curiosa formação de nuvens - com uma forma de disco voador no meio - era a base branca do feixe de cores. Um espetáculo sem muitos espectadores naquele momento.
Fotos de F. A. Vidal

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