
Lá pela metade da sessão, (...) minha namorada praticamente salta da cadeira e começa a se estapear. "Um bicho, um bicho passou em mim!" Olhamos para as paredes e não avistamos nada. Mas, ao usarmos o celular como fonte de luz, lá estavam três ou quatro baratas movendo-se rapidamente na parede.

Apesar do desconforto e da revolta que o fato nos causou, eu não o tornaria público se nessa semana, ao voltar ao cinema para rever o filme, (...) o mesmo não tivesse se repetido.
Desta vez havíamos ido ver o filme em outra sala e isto me deixou tranquilo, pois não esperava que lá também tivéssemos a companhia das baratas. Por isso mesmo, quando minha namorada reclamou de ter sentido um bicho passar sobre seu pé, eu ri, chamando-a de traumatizada. No entanto, ao fim da sessão, ao se acenderem as luzes, lá estavam as baratas. Desta vez a revolta foi ainda maior, tornei a reclamar e espero numa próxima vez não ter de passar por isto novamente.
Com o perdão da ironia cínica, o melhor seria que repassassem o filme Joe e as Baratas... elas poderiam se sentir ainda mais à vontade por lá. O pior de tudo é não haver outros cinemas na cidade, nenhuma alternativa. Assim, ou esperamos o lançamento do DVD [Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1] ou acompanhamos as baratas.
Carlos Alexandre Mota Gomes, estudante
Um comentário:
ahahahahahha
Sou autor desta ... fico feliz por encontrá-la por aqui. Um abraço ao pessoal do site.
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